Lição de inclusão numa pizza Margheritapremium

A simplicidade da L'antica Pizzeria Da Michelle trouxe-me, mais do que uma barrigada da melhor pizza que comi na vida, a sensação de que grandes lições de inclusão podem surgir inesperadamente.

Ainda não eram 11 da manhã quando chegámos à morada que tínhamos andado a namorar, durante semanas, no Google Maps. À porta da "L'antica Pizzeria Da Michelle", fundada em 1870 em pleno centro histórico de Nápoles, Itália, havia já mais de quatro dezenas de pessoas à espera, ainda que a abertura do restaurante esteja impreterivelmente marcada para o meio-dia. Ali não há reservas, marcações, pedidos especiais: qualquer um é servido na sua vez, o primeiro a chegar é o primeiro a comer. É por essa ordem que se distribuem os papelinhos com um número. Calha-nos o "3", pedem-nos para atravessar e esperar. Temos tempo. Agora, do outro lado da estrada, observamos: há duas filas à entrada: uma para quem quer provar a pizza dentro do restaurante; a outra para take awaymas que, percebemos depois,

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