“Parece que acabaram as mulheres em Portugal”premium

No jornalismo, como na vida em geral, é preciso olhar o mundo de ponto(s) de vista diferente(s). Olhos e receitas iguais dificilmente nos darão uma visão do mundo tão diversa quanto a que precisamos.

Einstein pensava tanto na vida como na ciência. É-lhe atribuída a frase "Loucura é querer resultados diferentes, fazendo tudo exatamente igual". E, basta-nos olhar para as coisas que perduram na nossa vida, boas e más, para percebermos que o que muda nos resultados é a receita, o caminho para lá chegarmos. No jornalismo, como na vida em geral, é preciso olhar para o mundo de um ponto de vista utopicamente objetivo (a subjetividade do sujeito assim o determina) mas, sobretudo, de um ponto de vista que seja sensível e que considere a diversidade de vozes. É que o jornalismo é, para muitos de nós, a presença que não temos nos sítios onde as coisas acontecem. É estarmos onde não podemos ir, a não ser através do olhar e das palavras de outros. Olhos, práticas, equipas de liderança - em suma,

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