Portugal 2020: Já preparou a candidatura da sua empresa?

  • João Aranha
  • 16 Novembro 2016

Nesta fase é fundamental focar-nos nas rubricas de gastos mais relevantes nos projetos a desenvolver nos próximos anos.

Afastado o fantasma do corte de fundos estruturais para 2017, e na altura em que muitas entidades estão a preparar o orçamento para o próximo, julgo que estarmos no momento ideal para equacionarmos os fundos disponíveis no Portugal 2020 face aos investimentos a realizar.

Deste modo, e simplificando o match entre investimentos e fundos a que me devo/posso candidatar, sugiro sempre desligarmo-nos nesta fase (e somente nesta fase) do âmbito do projeto e focarmos nas rubricas de gastos mais relevantes nos projetos a desenvolver nos próximos anos.

Deste modo, e num estilo simplista para quem não lida com os fundos comunitários diariamente, poderemos facilmente fazer as seguintes associações:

  • Gastos com equipamento/maquinaria (incluindo setor do turismo): Sistema de Incentivos à Inovação;
  • Gastos com software, patentes, implementação qualidade (ISSO, etc), contratação de serviços relacionados com marcas, web design, etc: Sistema de Incentivos à Qualificação de PME;
  • Gastos com feiras/eventos internacionais (viagens, estadias, material promocional): Sistema de Incentivos à Internacionalização;
  • Gastos com pessoal (investigação e/ou desenvolvimento): Sistema de Incentivos à I&D.

Esta primeira abordagem é muito genérica, devendo numa primeira fase, apenas tentar enquadrar o projeto no mundo interminável de diplomas, regras e orientações técnicas dos fundos comunitários sendo, no entanto, uma boa base para ponderar os apoios que posso ter no meu orçamento para 2017.

  • João Aranha

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