Cabeleireiros “cheios”, vendas ao postigo a “meio gás”. Comércio alerta que “guerra ainda não foi vencida”premium

Com o anúncio do plano de desconfinamento, os telefones dos institutos de beleza não pararam de tocar. Agendas estão cheias e muitos espaços optaram por alargar os horários para responder à procura.

Dois meses depois de terem sido forçados a encerrar portas devido ao agravamento da pandemia, alguns estabelecimentos, como cabeleireiros, livrarias e retrosarias, voltaram a receber clientes esta segunda-feira. Se os cabeleireiros e as barbearias de Lisboa e Vila Nova de Gaia não têm mãos a medir para a "enchente de clientes", com agendas "cheias" durante toda a semana, a afluência do comércio ao postigo é menos sentida. Certo é que todos os setores admitem que a "fatura" deste segundo confinamento foi mais penosa do que o primeiro e deixam o aviso: a expectativa para o futuro é "grande", mas "a guerra ainda não está vencida". Por volta das 10h00 da manhã desta segunda-feira, a fila à porta do cabeleireiro ibeauty, na Avenida de Roma, chamava a atenção de qualquer um. Entre clientes à

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