Millennials: A geração empreendedora que admira Zuckerberg

  • Juliana Nogueira Santos
  • 27 Setembro 2016

Estudo revela que os jovens querem liberdade e flexibilidade no emprego à semelhança do fundador da Facebook, Mark Zuckerberg.

O fenómeno do empreendedorismo tem crescido exponencialmente e os paradigmas no âmbito dos negócios têm vindo a ser desafiados todos os dias. As empresas GoDaddy e Morar Consulting quiseram saber mais sobre o futuro do emprego e dos modelos de negócios e inquiriram 7291 profissionais de 11 países. Destes, 36% planeiam abrir um pequeno negócio ou ser trabalhadores por conta própria na próxima década.

Numa comparação de idades, os millennials – indivíduos que nasceram entre 1982 e 2004 – têm um espírito empreendedor mais vincado do que os seus pais, os chamados baby boomers, quando tinham a sua idade. Metade destes dizem querer seguir uma carreira como empreendedores. Os motivos desta escolha relacionam-se com o espírito livre e aventureiro que caracteriza esta geração: ter o poder de tomada de decisões e a flexibilidade para criar os seus próprios horários.

O estudo debruçou-se também sobre os modelos a seguir e, se há uns anos, os pais eram a escolha da maioria dos jovens, os millennials colocaram-nos no segundo lugar, para elegerem Mark Zuckerberg, fundador e presidente executivo da Facebook, como exemplo a ter em conta.

Não quer isto dizer que os baby boomers – aqueles que nasceram entre 1946 e 1964 – não estejam dispostos a desafiar a sua estabilidade: 21% afirma ter planos para abrir o seu próprio negócio ou ter um segundo emprego na próxima década, embora estejam a atingir a idade da reforma.

Segundo dados da Informa D&B, nasceram em Portugal 37399 startups entre março de 2015 e fevereiro deste ano.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Millennials: A geração empreendedora que admira Zuckerberg

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião