Desemprego no Brasil supera população portuguesa

Os desocupados, como lhes chama o INE brasileiro, não param de subir este ano no Brasil. Número já superou o total da população portuguesa.

Portugal tem cerca de 10,5 milhões de habitantes. Acrescente-lhe mais um milhão e meio de pessoas e tem o número de desempregados no Brasil. Desde o início do ano que a taxa de desemprego tem subido por terras de Vera Cruz.

Existem 12 milhões de cidadãos sem emprego no Brasil, divulgou esta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de desemprego no trimestre terminado em agosto registou 11,8%. Em comparação com o registado no trimestre terminado em janeiro (9,5%), este valor tem demonstrado uma tendência de subida durante todo o ano.

Se olharmos para o período homólogo, no trimestre terminado em agosto de 2015 a taxa de desemprego estava em 8,7%. Comparando os valores nominais homólogos, o número de desempregados aumentou 3,2 milhões em apenas um ano.

A tendência de subida não deverá desacelerar: as previsões da OCDE para a economia brasileira apontam para uma recessão de 3,3% em 2016.

Editado por Mariana de Araújo Barbosa.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Desemprego no Brasil supera população portuguesa

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião