Portugal é o segundo país que mais fundos recebeu em 2016

Portugal está no top dos países da União Europeia com o nível mais elevado de pagamentos. Os dados são de 30 de setembro. Melhor do que Portugal, só mesmo a Polónia.

À frente só a Polónia. Este ano — dados de 30 de setembro, a que o ECO teve acesso — Portugal já recebeu mais de 600 milhões de euros em pagamentos dos fundos estruturais em 2016.

Portugal está à frente de países com pacotes de fundos estruturais maiores (Itália, Espanha e Roménia) ou de dimensão similar (República Checa, Hungria, Alemanha e França) revelam os dados comparados dos países beneficiários de fundos comunitários.

O nível de pagamentos da Comissão Europeia para Portugal está nos 649 milhões recebidos. Este valor é parte dos cerca de 26 mil milhões de euros que Portugal vai poder usar até 2020 para apoiar o investimento e a coesão do país.

Pagamentos efetuados de Fundos Estruturais em 2016

Fonte: Avaliação de meio percurso do Orçamento da Comissão Europeia
Fonte: Avaliação de meio percurso do Orçamento da Comissão Europeia

Já a Polónia recebeu 933 milhões de euros, mas o seu pacote de fundos para utilizar entre 2014 e 2020 é de 87 mil milhões de euros. Espanha, por exemplo, tem um quadro comunitário de 38 mil milhões de euros e já tem pagamentos no valor de 464 milhões de euros.

Apesar de os números serem positivos, a própria CE, na sua avaliação a meio do atual quadro comunitário, “reconhece as dificuldades que a generalidade dos Estados Membros estão a experimentar no arranque dos programas operacionais”.

Por outro lado, os dados a que o ECO teve acesso revelam ainda que, o Portugal 2020 já pagou, até setembro, 1,73 mil milhões de euros em fundos comunitários, um montante que representa 8,1% do total programado até 2020. Além disso, este valor supera em 81 milhões o valor registado no mês homólogo correspondente do QREN, ou seja, setembro de 2009.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal é o segundo país que mais fundos recebeu em 2016

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião