Apollo ainda estará na corrida pelo Novo Banco

  • ECO
  • 6 Dezembro 2016

Há três candidatos na corrida pelo Novo Banco, que deverá conhecer o novo dono até ao final do ano.

O consórcio dos private equities norte-americanos Apollo e Centerbridge ainda estará na corrida pelo Novo Banco. Segundo a edição desta terça-feira do Jornal de Negócios, o consórcio é um dos três candidatos que estão em negociações com o Banco de Portugal para comprar a instituição que resultou da resolução do Banco Espírito Santo (BES).

O Negócios escreve que o Apollo/Centerbridge, a Lone Star e o grupo China Minsheng ainda têm agendadas várias sessões negociais com a equipa responsável pela venda do Novo Banco. As reuniões deverão prolongar-se, pelo menos, até ao final desta semana.

É, assim, cada vez mais certo que o comprador do Novo Banco não será nacional, já que BCP e BPI estarão fora da corrida.

O banco liderado por António Ramalho deverá conhecer um novo dono até ao final deste ano e, segundo Marques Mendes, são os chineses do China Minsheng quem apresenta a proposta mais forte.

De acordo com a edição de ontem do Público, o grupo Minsheng quer ficar com 100% do Novo Banco através de um aumento de capital, com 50% das ações garantidas e dispersão em bolsa do remanescente ao longo dos dois anos seguintes. Já o Lone Star fica com a totalidade do Novo Banco se tiver escolha de ativos.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Apollo ainda estará na corrida pelo Novo Banco

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião