IVA em Espanha não mexe

"O IVA fica como está", garantiu De Guindos. Para aumentar a competitividade da economia, o ministro da Economia frisou que estão a ser preparadas uma série de medidas para aumentar a oferta de gás.

O ministro espanhol da Economia, Luis de Guindos garante que o Governo não tem intenção de aumentar o IVA.

“O IVA fica como está”, garantiu o responsável que tem sob a sua tutela também a Indústria e a Competitividade, isto depois de ter dito que os impostos que subiram são “específicos e muito concretos”.

Ao ser questionado sobre as medidas que estavam a ser tomadas para evitar mais subidas da fatura da eletricidade, De Guindos sublinhou que 60% do valor que depende do Governo, está congelado desde 2013, e acrescentou que o preço da eletricidade caiu uma média anual de 2%. Para além de investigar “se houve alguma situação anómala” por parte das elétricas, De Guindos reiterou que estão a ser preparadas uma série de medidas para aumentar a oferta de gás e assim ajudar a moderar o preço do kilowatt. “Não vou especular com o preço do kilowatt no futuro, acrescentou.

O responsável da Economia voltou a rejeitar que seja necessário resgatar qualquer banco em Espanha devido a uma possível avalancha de pedidos de devolução dos valores cobrados de forma indevida através das cláusula “suelo” e voltou a a defender a bondade da opção de injetar 60 mil milhões de euros de dinheiro público na banca, para tornar o setor solvente e não por em causa a recuperação económica do país.

Finalmente, à margem de uma visita à Arábia Saudita para concluir acordos comerciais, De Guindos garantiu que “as pensões estão garantidas pelas receitas do Estado” e, por isso, defende que “seria um erro consignar um imposto às pensões”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

IVA em Espanha não mexe

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião