Chegou o A5 que todos querem. O Sportback

O Coupé lançou a nova imagem do A5, mas é no Sportback que recaem grandes expectativas. As linhas desportivas estão lá. E a funcionalidade das quatro portas também, isto numa geração mais espaçosa.

Depois do A5 Coupé, e antes de ser lançada a versão cabrio a tempo do verão, chega o A5 Sportback, aquele que será o best seller da gama. Já o foi na anterior geração, mas com este novo desenho, são ainda mais os argumentos para atrair muitos portugueses atraídos pela conjugação das linhas de coupé com a funcionalidade das quatro portas. Isto num grande familiar equipado com os já conhecidos motores diesel que asseguram o caráter desportivo ao novo modelo da marca das argolas.

O Sportback segue as novas linhas da gama ao manter a curvatura do tejadilho que distingue os A5 dos A4, mas com um par de portas extra (que tal como as dianteiras apresentam vidros sem aro). E é fácil entrar? Mais ou menos. O tejadilho rebaixado acaba por proporcionar uma cabeçada à entrada, mas lá dentro há mais espaço. Uma pessoa com 1,80 ou até um pouco mais, consegue sentar-se perfeitamente nos bancos traseiros sem roçar no teto. E mesmo os joelhos têm espaço fruto do aumento da distância entre eixos desta nova geração. A bagageira tem 480 litros.

Atrás é possível viajar de forma confortável, mas é mais interessante passear nos lugares da frente, com as mãos no volante. Sentado numa posição baixa, típica dos coupé, o ECO assumiu os comandos do A5 Sportback 2.0 TDI de 190 cv, uma versão que a marca acredita ser das mais apetecíveis no mercado nacional. Motor ligado, o Sportback mostra-se solicito logo desde as baixas rotações, ganhando mais vivacidade com um pé mais firme no acelerador.

O A5 vem com caixa manual de seis velocidades, mas na apresentação nacional do novo modelo foi possível experimentar a caixa de dupla embraiagem S tronic de sete velocidades (a caixa tiptronic de oito velocidades é reservada para o 3.0 TDI de 286 cv) que garante passagens suaves, mas rápidas, de relações. Uma boa ajuda que permitiu centrar atenções nas curvas e contracurvas do percurso até ao Cabo da Roca, trajeto em que a nova suspensão mostrou os seus dotes. Manteve o A5 sempre seguro, mesmo perante entradas em curva a velocidades mais elevadas.

Para a agilidade do Sportback contribui o menor peso deste novo modelo. A marca poupou na carroçaria, na chapeleira (reduziu-a em dez quilos), mas também na caixa de velocidades e na própria suspensão. O resultado é um automóvel com menos 85 quilos (para um total de 1.470 quilos). Assim, e com os novos motores a oferecerem um desempenho até 17% superior aos da anterior geração, a marca conseguiu reduzir o consumo de combustível até 22%.

No pequeno trajeto realizado com o A5 Sportback não foi possível fazer uma avaliação correta dos consumos, mas a marca aponta para um valor combinado de 4,6 litros aos 100 km, isto numa motorização capaz de chegar aos 240 km/h. É motor mais do que suficiente, num automóvel que chega agora ao mercado por valores a partir dos 47.760 euros, sendo que com a caixa S tronic testada já são precisos mais de 50 mil euros. O 2.0 TDI 190 S tronic quattro custará 56.460 euros tanto no nível de equipamento Design como no Sport.

Mais potência? Espere pelo S5

Tal como o diesel de três litros, também o motor a gasolina com a mesma cilindrada chegará mais tarde — para já a aposta da marca é mesmo no 2.0 TDI. Mas para quem gosta de emoções fortes, poderá valer a pena esperar tendo em conta os desempenhos que a fabricante antecipa para a versão mais desportiva do A5, o S5.

“Com uma cilindrada de 2.995 cm3, o motor de seis cilindros debita uma potência de 354 cv – mais 21 cv do que o motor do modelo anterior. O binário máximo deste motor de injeção direta é de 500 Nm entre as 1.370 e as 4.500 rpm. A aceleração 0-100 km/h é de apenas 4,7 segundos e a velocidade máxima está limitada eletronicamente a 250 km/h. Um verdadeiro desportivo que consome apenas 7,3 l/100 km, o que equivale a 166 g/km de emissões de g/km de CO2″, remata.

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