Lucros do Bank Millennium sobem 2,4% no primeiro trimestre

  • ECO e Lusa
  • 25 Abril 2017

Rentabilidade dos capitais próprios foi de 8,1% entre janeiro e março. Rácios de capital foram reforçados. BCP está a valorizar mais de 5% em bolsa em Lisboa.

O Bank Millennium, com sede em Varsóvia e detido em 50,1% pelo BCP, registou, no primeiro trimestre de 2017, um lucro de 140,5 milhões de zlotys (32,6 milhões de euros) numa subida de 2,4% na comparação homóloga.

Em comunicado divulgado hoje pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, o BCP acrescentou que o resultado líquido do banco polaco nos primeiros três meses deste ano mostraram uma subida de 6,9% em relação ao trimestre anterior. As ações do BCP seguem em alta a valorizar mais de 5%, à boleia dos bons resultados do Bank Millennium.

A rentabilidade dos capitais próprios (ROE, em inglês) foi de 8,1% entre janeiro e março, enquanto o rácio de eficiência (cost to income) superou o objetivo traçado, ao fixar-se nos 46,7%.

No comunicado, o BCP notou uma “excelente melhoria do resultado ‘core’” que foi de 15,7% em termos anuais, já que a margem financeira e as comissões líquidas aumentaram 12,7% e 23,6%, respetivamente, em termos anuais.

Neste primeiro trimestre o banco polaco terminou com uma “posição de capital reforçada” e com uma “posição de liquidez e qualidade dos ativos confortáveis”.

O rácio de capital total consolidado foi de 18%, com o rácio ‘Common Equity Tier 1’ a fixar-se nos 17,9%, enquanto o rácio de crédito sobre os depósitos foi de 83%, o rácio de crédito com imparidades é de 4,5%.

O banco informou ainda sobre os 44 milhões de zlotys (10,2 milhões de euros) de contribuição anual para o fundo de resolução e 13 milhões de zlotys (3,2 milhões de euros) de contribuição trimestral para o fundo de garantia de depósitos – ambas não dedutíveis em termos fiscais.

O BCP referiu também o custo de mais 15 milhões de zlotys (3,4 milhões de euros) com “um mês adicional na contribuição bancária, quando comparada com o primeiro trimestre de 2016”.

“O impacto negativo combinado na demonstração de resultados destes itens é de 53 milhões de zlotys (12,3 milhões de euros) em termos anuais”, lê-se.

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