Fernando Pinto: “TAP poderá ir para a bolsa e ser um sucesso”

  • ECO
  • 14 Junho 2017

Fernando Pinto, que revela ir continuar à frente da TAP com a renovação do conselho de administração, diz que a entrada em bolsa da empresa pode acontecer mais cedo do que se imagina.

O presidente da TAP afirma que a empresa poderá ir para a bolsa de valores mais cedo do que se imagina. Uma operação que será um “sucesso”. Numa altura em que se aproxima a entrada de uma nova administração, Fernando Pinto refere ainda que vai continuar na liderança. “É um grupo muito bom”, diz o presidente, que também deixa elogios às escolhas do Estado para a nova equipa.

“Diria que num espaço de tempo até menor do que se imagina a TAP poderá ir para a bolsa de valores e ser um sucesso. É um caminho a percorrer. Para lá chegar, entre outras coisas, é preciso reduzir o endividamento”, afirma Fernando Pinto, numa entrevista ao Jornal de Negócios (acesso pago).

"Diria que num espaço de tempo até menor do que se imagina a TAP poderá ir para a bolsa de valores e ser um sucesso. É um caminho a percorrer. Para lá chegar, entre outras coisas, é preciso reduzir o endividamento.”

Fernando Pinto

Presidente da TAP

O presidente da TAP também deixa elogios às escolhas do Governo para a administração, que será renovada a partir de 30 de junho. “Fiquei muito satisfeito com as escolhas que o Governo fez, são pessoas com muita experiência”, nota. Nesta nova equipa, Fernando Pinto poderá contar com António Menezes, presidente da SATA, Miguel Frasquilho, que esteve à frente da AICEP, com o advogado Lacerda Machado, Bernardo Trindade e ainda com Ana Pinho, presidente da Fundação Serralves.

Fernando Pinto diz estar motivado, “talvez mais do que ninguém dentro da empresa”. “Não tenho qualquer preocupação. Acho que vamos fazer um trabalho excecional. Vamos trabalhar juntos e trabalhar duro. É um grupo muito bom”, acrescenta.

Em relação ao reforço da posição do Estado na estrutura acionista, Fernando Pinto salienta que não causou nenhum incómodo. “Tendo uma participação de 50%, o Estado tem, do ponto de vista estratégico, uma posição mais forte, isso não há dúvida alguma, mesmo em termos de proporcionalidade do conselho, mas existe um acordo de acionistas muito bem feito que proporciona um equilíbrio muito bom para os dois lados.”

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