ADSE cancelou uma em cada quatro baixas médicas fiscalizadas

  • ECO
  • 6 Julho 2017

Juntas médicas analisaram mais baixas em 2016. E concluiu que em 25% dos casos os trabalhadores que solicitaram ausência do trabalho por doença estavam aptos para trabalhar.

Foram fiscalizadas 26.781 baixas em 2016 e em 25% dos casos as juntas médicas do sistema de proteção na doença da Administração Pública concluíram que o trabalhador estava em condições para trabalhar, de acordo com o Relatório de Atividades da ADSE relativo a 2016.

Entre as “altas” que foram determinadas pelas juntas médicas estão incluídos regressos ao trabalho com restrições ou com indicações para que o funcionário mude de funções. Noutros casos, as baixas foram rejeitadas porque os trabalhadores estavam ausentes do trabalho por doença há mais de ano e meio, adiantam o Diário de Notícias e Jornal de Notícias.

As juntas médicas da ADSE (e que abrangem sobretudo funcionários públicos) fiscalizaram mais processos de baixas no ano passado em relação a 2015, ano que que analisou 24.316 situações de ausência por doença natural.

Estas fiscalizações ocorrem quando o trabalhador fica de baixa por um período superior a 60 dias.

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