Wall Street em alta após dados positivos sobre o emprego

Os principais índices bolsistas dos EUA arrancaram a sessão em alta ligeira, após os recordes históricos do último fecho. Os pedidos de subsídio de desemprego caíram para mínimos de quase cinco meses.

As ações norte-americanas arrancaram a sessão com ganhos reduzidos, no dia em que dados governamentais indicam que os pedidos de subsídio de desemprego recuaram para mínimos de quase cinco meses. Os mercados dos EUA estão a ser condicionados ainda pelo BCE que decidiu manter novamente a taxa de juro de referência da Zona Euro inalterada, bem como o atual programa de estímulos.

O índice S&P 500 abriu a ganhar 0,1%, para os 2.476,25 pontos, enquanto o Nasdaq arrancou a subir 0,18%, para os 6.396,456 pontos, ambos para novos máximos históricos. Já o Dow Jones arrancou inalterado nos 21.641,54 pontos, mas acabou por acompanhar a tendência de ganhos dos pares norte-americanos.

Estes ganhos acontecem após a divulgação de dados positivos sobre o rumo da economia norte-americana. Os pedidos de subsídio de desemprego nos EUA caíram para mínimos de quase cinco meses na última, um sinal que reforça as perspetivas para a maior economia do mundo. Os pedidos iniciais de subsídio de desemprego baixaram em 15 mil para um valor ajustado de 233 mil, na semana terminada a 15 de julho, revelaram números divulgados pelo Departamento de trabalho norte-americano. Ou seja, a fasquia mais baixa desde fevereiro, período e que os 227 mil pedidos registados foram os mais baixos desde março de 1973.

O dia de hoje volta a ser marcado pela divulgação de contas trimestrais, com a Microsoft e a Visa a serem as principais referências nesse âmbito. Em termos gerais, a maioria das empresas que já apresentou contas apresentaram resultados positivos. Do total de 76 cotadas do S&P 500 que já revelaram contas, 76% superaram as estimativas de lucros, segundo dados da The Earnings Scout, citados pela CNBC.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Wall Street em alta após dados positivos sobre o emprego

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião