BE pressiona Governo sobre trabalhadores da PT Portugal

  • Lusa
  • 28 Julho 2017

A líder do BE, Catarina Martins, pediu ao Governo que reaja pública e politicamente para mostrar que a Altice está a quebrar a lei na questão dos trabalhadores da PT. Pede uma "punição exemplar".

Catarina Martins pediu ao Governo que “tenha uma ação determinada, pública, política, de clarificar que a lei está a ser quebrada” pela AlticePaulete Matos / Bloco de Esquerda / Flickr

A coordenadora do BE apelou ao Governo para que tenha uma “ação determinada, pública e política” para clarificar que a Altice está a incumprir a lei com os trabalhadores da PT e defendeu a punição exemplar da empresa.

“Para que a Altice não possa dizer que não sabe o que está a fazer e para que haja uma punição exemplar neste caso, que possa dissuadir este procedimento, é essencial que o Governo tenha uma ação determinada, pública, política, de clarificar que a lei está a ser quebrada”, disse esta sexta-feira a coordenadora nacional do BE, Catarina Martins, numa conferência de imprensa hoje de manhã na sede do partido, em Lisboa.

De acordo com a líder bloquista, o único argumento que a Altice conhece é o dinheiro e, por isso é necessário que compreenda que esta ação “deve ter uma punição exemplar no nosso país”, referindo-se ao “maior processo de assédio moral aos trabalhadores e de despedimento ilegal” na PT.

Cento e dezoito trabalhadores da PT Portugal passaram a partir de 22 de julho a laborar em empresas detidas pelo grupo Altice e Visabeira, no âmbito de um processo que levou a uma greve na operadora de telecomunicações.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

BE pressiona Governo sobre trabalhadores da PT Portugal

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião