5 coisas que vão marcar o dia

PIB, turismo e Montepio marcam a agenda nacional. Lá por fora, a produção industrial na zona euro e o conflito verbal entre EUA e Coreia do Norte deverão merecer atenção dos investidores.

Quanto é que crescemos no segundo trimestre? O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga esta segunda-feira a estimativa preliminar para o crescimento da economia portuguesa no segundo trimestre. Crescemos 3% como preveem os analistas? Ainda por cá, inicia-se o período da Oferta Pública de Aquisição (OPA) da Associação Mutualista sobre a Caixa Económica Montepio Geral. Lá fora, investidores vão estar atentos ao evoluir dos acontecimentos em relação ao conflito entre Washington e Pyongyang.

Quanto crescemos?

O INE divulga a estimativa para o crescimento da economia portuguesa no segundo trimestre do ano. Os analistas apontam para um ritmo de expansão superior aos três primeiros meses de 2017. Previsões apontam para uma taxa de crescimento de 3%.

Turismo a crescer

Um dos principais contribuintes para a expansão da atividade económica tem sido o setor do turismo. A agência de estatísticas atualiza os números relativos ao número de turistas que Portugal recebeu até junho deste ano. Entre janeiro e maio, os hotéis portugueses registavam um aumento de 10% face ao mesmo período do ano anterior.

Arranca a OPA sobre o Montepio

Está lançada a oferta pública de aquisição da Associação Mutualista sobre a Caixa Económica Montepio Geral. Em causa está uma contrapartida de um euro por cada unidade de participação do fundo do banco. A oferta começa esta segunda-feira e termina a 8 de setembro.

Eurostat atualiza produção da indústria na zona euro

Lá fora, o Eurostat atualiza dos dados da produção industrial no bloco da moeda única relativos a junho. O consenso dos analistas sondados pela Bloomberg aponta para um crescimento homólogo de 2,8% naquele mês. Isto depois de ter crescido 4% em maio.

Até onde vai o conflito entre Washington e Pyongyang?

Trump deixou novo aviso à Coreia do Norte na sexta-feira, contribuindo para a intensificação dos receios dos mercados em relação a um potencial conflito nuclear entre Washington e Pyongyang. Na última semana, as bolsas perderam mais de um bilião de dólares por causa do aumento do risco. É para continuar?

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