Dez apps para viciados em compras online

  • ECO
  • 8 Setembro 2017

Cada vez mais pessoas compram online. Livros, roupa e até alimentação são alguns dos produtos a que pode aceder, apenas com um clique.

Comprar produtos através na internet é algo cada vez mais comum no quotidiano dos portugueses. O fenómeno do comércio online, em franco crescimento, tem levado a um aumento do número de lojas digitais que fazem apostas fortes na criação de aplicações.

De um vasto leque de aplicações disponibilizadas pelas próprias marcas na loja da Aptoide, uma startup portuguesa com mais de 150 milhões de utilizadores, foram selecionadas as dez melhores apps de compras que ajudam a descobrir os melhores preços, oportunidades ou até saldos imperdíveis.

ASOS

Uma das aplicações com mais marcas disponíveis — cerca de 850 — é a ASOS, uma das lojas online que maior crescimento tem apresentado nos últimos tempos. Esta app, com uma apresentação inovadora das peças de roupa, é direcionada aos fashion lovers. Nesta loja os utilizadores podem encontrar os produtos, pesquisando por categoria: tamanho, marca, preço e cor. Depois, basta guardar numa lista os favoritos. Existe ainda a possibilidade de ativação de alertas para descontos ou novas peças.

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Amazon Shopping

É das lojas mais conhecidas da comunidade online. A Amazon App é uma extensão do site da mesma, e está disponível não só para smartphones e tablets, como foi das primeiras a criar uma versão para smartwatches. O portal da Amazon contempla todo o tipo de produtos, dos mais variados preços e marcas, com diversos fornecedores. Entre as novas funcionalidades de interação com o utilizador está a geolocalização que permite, utilizando a localização do telemóvel, que cada utilizador escolha onde será entregue a sua encomenda. Existe ainda uma linha de apoio ao cliente, onde é possível seguir o status da encomenda ou fazer alguma reclamação do produto.

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Banggood –Shopping with Fun

Com uma avaliação de 4.63 estrelas, em 5, no ranking da Aptoide, a Banggood é uma das aplicações mais recentes desta categoria, mas também a com maior crescimento no que diz respeito a número de utilizadores e de downloads. Cada utilizador tem a possibilidade de escolher entre as mais diversas categorias de produtos e agrupá-los por interesse ou prioridade de compra. Com mais de 70 mil produtos à disposição, é possível seguir o status das encomendas depois de efetuado o pagamento.

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eBay

Fazendo parte do top das aplicações de vendas online mais descarregadas, o eBay foi dos primeiros sites de encomendas e agora está também disponível para smartphones e tablets. Além de fazer pesquisas por categorias, o utilizador pode adquirir itens exclusivos de vendedores do mundo inteiro. Esta app permite ainda receber alertas personalizados da atividade do utilizador e aceder facilmente ao stock dos produtos.

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ETSY: Handmade & Vintage Goods

Todos sabemos que o vintage está na moda e a ETSY, uma app utilizada por mais de 29 milhões de utilizadores, vem confirmar isso mesmo. Trata-se de um mercado global de itens artesanais e clássicos, para todos os gostos e idades. Desde a joalharia, passando por móveis, a ETSY ajuda os amantes de feiras e mercados a obter os seus itens favoritos, apenas à distância de um clique. Em alguns dos quiosques é ainda possível personalizar os itens, criando peças únicas.

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GearBest

Esta é a aplicação perfeita para os amantes de tecnologia. Dedicada apenas à venda de equipamentos tecnológicos – desde os gadgets mais pequenos a eletrodomésticos –, a GearBest conta com mais de 140 categorias. A GearBest permite ao utilizador organizar as compras por categoria de produtos, criar uma lista com os favoritos, ler comentários de feedback de outros utilizadores, perceber todos os detalhes do produto ou até seguir o estado da encomenda.

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La Redoute

A app do catálogo de vendas La Redoute é outra das eleitas pela Aptoide. Uma nova maneira de fazer compras para os já fãs do conceito, facilitando a descoberta e a encomenda de todos os produtos de forma fácil e intuitiva. Além de todas as possibilidades que esta aplicação oferece, é ainda possível a interação direta com o catálogo físico da marca, com a opção Scan & Buy. O utilizador pode passar o smartphone sobre uma página de um catálogo La Redoute, utilizando a câmara, e aceder facilmente a todos os detalhes dos produtos apresentados.

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OLX

Três passos simples descrevem esta aplicação: tirar uma foto ao produto, inserir uma descrição do mesmo e esperar o contacto de um segundo vendedor para esse mesmo produto. À semelhança do site, a aplicação do OLX serve para compra e venda de produtos em segunda mão, de todas as categorias. Cada utilizador tem uma conta pessoal e consegue atualizar os seus produtos, assim como realizar encomendas a partir desse mesmo portal. Existem diferentes versões desta app, entre as quais, Angola, Moçambique, Nigéria ou Filipinas.

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Sports Direct

Direcionado para os amantes de desporto, esta aplicação serve para todos os atletas amadores ou profissionais. Disponível na loja da Aptoide, com diversas categorias, esta aplicação pode enviar notificações de acordo com as preferências do utilizador e com os produtos visualizados/comprados. É ainda possível encomendar para todos os países onde a aplicação se encontre presente ou até, caso o utilizador faça parte de uma equipa, personalizar o seu equipamento desportivo.

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Wish

Com mais de 300 milhões de utilizadores e intermediários, esta é uma aplicação que permite a troca e venda de artigos de maneira simples e rápida. Os preços dos produtos são cerca de 50%-80% abaixo dos praticados em lojas físicas. Os artigos à venda nesta app tem origem nas mais diversas partes do mundo, sendo que são diretamente entregues na morada escolhida pelo utilizador.

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Uma carta aos nossos leitores

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

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