Aviões elétricos? Na EasyJet vai ser possível dentro de dez anos

  • ECO
  • 27 Setembro 2017

Companhia aérea diz ser possível voar com aviões elétricos dentro de uma década. Já há um protótipo de dois lugares e em construção está um avião elétrico com capacidade para 120 passageiros.

A EasyJet espera poder voar com aviões elétricos dentro de dez anos, em voos com duração inferior a duas horas. A companhia já tem construído um protótipo de dois lugares e está a trabalhar num avião elétrico com capacidade para 120 pessoas.

A companhia aérea avançou esta quarta-feira que conta operar com aviões elétricos no espaço de uma década, numa parceria que formou com a empresa norte-americana Wright Electric. Em desenvolvimento está uma aeronave sustentada por uma bateria, que suporta voos inferiores a duas horas.

O presidente-executivo da EasyJet, Carolyn McCall, esclareceu que o futuro da indústria aeroespacial passa pelo desenvolvimento de aeronaves com motores elétricos, que reduzam as emissões de gases e os ruídos. “Pela primeira vez na minha carreira, posso imaginar um futuro sem combustível para os aviões e estamos entusiasmados por fazer parte disso”, avançou. “Agora é mais uma questão de quando, e não se um avião elétrico de curto alcance voará”.

A empresa Wright Electric trabalha atualmente com várias companhias espalhadas pelo mundo e defende que os aviões elétricos serão 50% mais silenciosos e 10% mais baratos para as companhias aéreas.

A companhia do Reino Unido pretende que todos os seus voos de curta duração sejam realizados por aeronaves elétricas, dentro de vinte anos. Já está construído um protótipo de dois lugares e em desenvolvimento está um avião totalmente elétrico, com capacidade para, pelo menos, 120 passageiros, que se espera começar a voar dentro de uma década.

Peter Duffy, diretor comercial da EasyJet, diz que “à medida que a tecnologia avança, as atitudes mudam, as ambições mudam e vemos oportunidades que não vimos antes. Isso é realmente emocionante”.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Aviões elétricos? Na EasyJet vai ser possível dentro de dez anos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião