Engenheiros de aviões? easyJet quer contratar mais mulheres

  • ECO
  • 30 Agosto 2017

A companhia aérea lowcost estendeu o seu programa de recrutamento, visando preencher metade das vagas em engenharia aeronáutica por mulheres.

A easyJet colocou um novo objetivo à iniciativa Amy Johnson, o programa de recrutamento da companhia britânica. A empresa comunicou que o projeto pretende, a partir de agora, preencher metade das vagas para o Programa de Aprendizes de Engenharia Aeronáutica com mulheres. A notícia foi avançada esta quarta-feira, em comunicado enviado pela companhia aérea.

“Estamos muito satisfeitos por estender o sucesso da iniciativa Amy Johnson ao recrutamento de engenheiros”, afirma Aidan Kearney, chefe de manutenção e operações na easyJet, em comunicado de imprensa. “Uma carreira em Engenharia Aeronáutica é interessante e recompensadora e queremos mais mulheres a trazer as suas competências para a profissão”, acrescenta.

Dados revelados pela companhia sublinham que, na área da aviação, 9% do total de engenheiros são mulheres. Dessa percentagem, 5% trabalham na easyJet. A extensão do programa vem no sentido de aumentar essa percentagem. A easyJet dispõe atualmente de 14 lugares a aprendizes e tem como objetivo que sete dessas vagas sejam ocupadas por mulheres.

Sara Walsh, engenheira da frota da easyJet, refere que “as mulheres estão pouco representadas em cargos de engenharia”.

Esperamos que isto inspire mais mulheres a escolher carreiras em profissões tradicionalmente dominadas por homens.

Sara Walsh

Engenheira da frota da easyJet

O programa Amy Johnson, cujo nome foi inspirado na primeira mulher britânica a obter uma licença de engenharia e antiga presidente da Sociedade de Mulheres Engenheiras, consiste numa iniciativa de aprendizagem que se estende por 26 meses. Nos primeiros dez meses, os formando terão acesso a uma formação teórica e prática acreditada, seguindo-se 16 meses de formação no terreno.

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