“Mercado de investimentos em Portugal está ativo”

Diogo Perestrelo, é socio da PLMJ. Os principais projectos em que prestou assessoria jurídica durante os últimos anos incluíram fusões e aquisições em diversos sectores, entre os quais, transportes

“O mercado português de M&A tem tido uma atuação que se caracteriza essencialmente por operações de M&A dito tradicional”. A análise é feita por Diogo Perestrelo, em entrevista à TTR. O advogado, sócio da PLMJ, defende que “em menor escala, também por operações de private equity. Parte significativa dessas operações decorre de uma clara estratégia de desinvestimento em ativos não essenciais ou ativos de risco, e visa consolidar as condições financeiras de instituições bancárias, fundos e empresas em geral”, explica.

Diogo Perestrelo, sócio da PLMJ, assessorou várias fusões e aquisições em diversos setores, entre os quais, transportes, infra-estruturas e energia bem como operações de private equity. Participou ainda na assessoria jurídica, desde o seu início em Portugal, de diversos Project Finance nas áreas das concessões rodoviárias, energias renováveis, águas e telecomunicações.

Diogo Perestrelo assume ainda que tem também havido operações de M&A de outra natureza, “envolvendo outro tipo de investidores, com vocação e objetivos distintos, de que é exemplo a aquisição, pelo fundo Ardian, o maior fundo de infraestruturas europeu, da Ascendi – o segundo maior grupo de concessões de autoestradas português. O que demonstra bem que o mercado português permaneceu ativo, também no contexto de investimentos com objetivos de longo prazo”.

 

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