Organização do Web Summit está “convencida” a ficar em Portugal, diz Ana Lehmann

A secretária de Estado da Indústria está confiante de que o evento ficará em Portugal para lá de 2018. Marcelo tinha pedido para que fizesse tudo para manter o evento no país após 2018.

A secretária de Estado da Indústria reafirmou a vontade de manter o Web Summit em Portugal, referindo que a organização “está a ficar bastante convencida”. O acordo atual prevê a realização do evento até 2018, inclusive, mas o desejo do Governo é que se prolongue até 2020.

“Creio que a organização está a ficar bastante convencida em ficar aqui mais anos, mas resta-nos esperar pela sua decisão final”, afirmou, na SIC Notícias, a secretária de Estado da Indústria, que sucedeu no verão a João Vasconcelos. Ana Lehmann quer que o evento fique até 2020, argumentado que Portugal “autojustifica-se” como destino de eleição do Web Summit: segurança, infraestruturas, qualidade de vida, o ecossistema “vibrante” e as boas condições a oferecer aos estrangeiros são os principais argumentos.

A manutenção do evento em Portugal tinha sido um dos pedidos que Marcelo Rebelo de Sousa tinha feito na semana passada. Entre as 150 startups portuguesas que integram o programa Road2WebSummit, o Presidente da República afirmou que “temos de fazer tudo para ver se seguramos o Web Summit em Portugal“. “Isto é uma bola de neve que está a subir”, comentou Marcelo ao lado de Paddy Cosgrave, o líder do evento.

Creio que a organização está a ficar bastante convencida em ficar aqui mais anos, mas resta-nos esperar pela sua decisão final.

Ana Lehmann

Secretária de Estado da Indústria

Questionada sobre a taxa de insucesso das startups, Ana Lehmann classificou o fenómeno de “normal”. No entanto, a secretária de Estado garante que o Governo está a trabalhar para aumentar o sucesso dos negócios em duas vertentes: promover a escalabilidade e a internacionalização das startups conferindo-lhes capacidade competitiva.

Ana Lehmann garante ter já praticamente acordada “a entrada de duas grandes redes de apoio à escalabilidade das startups” em Portugal. Além disso, quer reforçar a ligação entre grandes empresas, grandes investidores e startups. “No Web Summit vou andar todos os dias a ligar grandes empresas a startups“, afirmou, referindo que essa ligação deverá aumentar a capacidade de sobrevivência das startups.

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