CCA Ontier organiza Jornada Hispano-Portuguesa em Sevilha

  • ADVOCATUS
  • 1 Fevereiro 2018

A CCA Ontier, a Ontier Sevilha e o Consulado Geral de Portugal em Sevilha são os responsáveis pela organização da Jornada Hispano-Portuguesa, a realizar-se no próximo dia 8 de fevereiro, em Sevilha.

A CCA Ontier, a Ontier em Sevilha e o Consulado Geral de Portugal da mesma cidade espanhola organizam, no próximo dia 8 de fevereiro, das 9h00 às 14h00, uma “Jornada Hispano-Portuguesa em Sevilha” para debater as principais oportunidades de negócio entre estes dois países.

Este evento vai ter lugar no Consulado Português em Sevilha e pretende reunir empresários andaluzes interessados em investir em Portugal, bem como empresários portugueses interessados na região da Andaluzia.

Do programa fazem parte temas como: oportunidades de investimento, principais desafios, regimes fiscais e uma mesa redonda com case studies, onde as empresas que se encontram presentes em ambos os países e regiões vão falar das suas experiências.

A “Jornada Hispano – Portuguesa em Sevilha” vai contar com os seguintes oradores:

  • Adolfo Suarez Illana, Presidente da ONTIER;
  • Brigido Chamba, Presidente do Grupo Chambra;
  • Borja Fal, Presidente Executivo do Conselho Empresarial “Andaluzia – Portugal”;
  • Domingos Cruz, Managing Partner da CCA ONTIER;
  • Frederico Velasco Amaral, Associado Coordenador do Departamento Fiscal da CCA ONTIER;
  • João Queirós, Cônsul Geral de Portugal em Sevilha;
  • Luís Moura, Conselheiro Económico da Embaixada de Portugal em Espanha;
  • Luís Osuna, Presidente/CEO da Coviran;
  • Carlos Carrasco, Subdiretor Geral do Novo Banco Espanha.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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