Carlos Silva sai do BCP mas quer ficar no Atlântico

  • ECO
  • 22 Fevereiro 2018

O nome de Carlos Silva à frente da administração do Atlântico Europa aguarda parecer do Banco de Portugal, numa altura em o gestor foi chamado a testemunhar na Operação Fizz.

Carlos Silva está de saída do Banco Comercial Português (BCP), onde era vice-presidente, o que não significa o adeus à banca. O nome do gestor angolano permanece nas listas para continuar como presidente da administração do Banco Atlântico Europa, esperando agora pelo aval do Banco de Portugal, numa altura em que foi chamado a testemunhar na Operação Fizz.

O Jornal de Negócios (acesso pago) avança esta quinta-feira citando fonte oficial do Atlântico que “o processo de registo dos órgãos sociais para o mandato 2017/2020 foi entregue no Banco de Portugal no quarto trimestre e está em análise dentro dos prazos normais”.

O Banco de Portugal já no início do mês tinha confirmado estar a analisar a proposta de composição dos órgãos sociais do Atlântico.

A mesma fonte explica que as listas para o conselho de administração se mantém na íntegra “e que este foi reconduzido em assembleia-geral em 2017, mantendo-se em funções sem qualquer descontinuidade”.

Assim, Diogo da Cunha continua como presidente executivo, numa equipa em que consta ainda o nome de Graça Proença de Carvalho.

Mudanças nos órgãos sociais do Atlântico verificam-se apenas ao nível do conselho fiscal.

A saída de Carlos Silva do BCP, onde se encontra desde 2011, foi oficializada por uma carta enviada pelo próprio ao presidente do conselho de administração, António Monteiro, com data de 15 de fevereiro.

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