Hoje nas notícias: Chairman do Montepio, inovação e telecoms

  • ECO
  • 23 Fevereiro 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que marcam o dia.

As notícias sobre o Montepio continuam a marcar a atualidade. Depois do nome do presidente executivo ter sido contestado é agora a vez do nome indicado para presidente da administração poder esbarrar no Banco de Portugal. Em causa as relações comerciais entre o grupo empresarial do gestor e o banco. Em Lisboa, a Associação Lisbonense de Proprietários quer que as Finanças concedam um tratamento fiscal de exceção à devolução da taxa de proteção civil. Caso contrário reclama que deve ser a Câmara de Fernando Medina a cobrir a diferença de imposto. No mundo empresarial, enquanto o PS quer alterar de novo as relações entre operadores de telecomunicações e clientes, os gestores da TAP, nomeados pelo Estado, escapam ao escrutínio do Tribunal de Contas. Entretanto, Caldeira Cabral promete 120 milhões para o programa Interface para levar mais inovação às empresas.

Senhorios querem Câmara de Lisboa a pagar IRS

A devolução da taxa de proteção civil continua a marcar a agenda dos senhorios lisboetas. Depois de se ficar a saber que os senhorios seriam obrigados a corrigir as declarações de IRS por causa da devolução da taxa, a Associação Lisbonense de Proprietários quer que as Finanças concedam um tratamento fiscal de exceção a esta matéria, dispensando os senhorios de corrigir as declarações e reclama que deve da Câmara de Lisboa, a cobrir a diferença do imposto. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

 

Financiamento do Montepio ao futuro chairman esbarra no Banco de Portugal

Depois da polémica à volta do nome de Nuno Mota Pinto, indicado para presidente executivo do Montepio, é agora o nome do chairman a esbarrar no Banco de Portugal. Francisco Fonseca da Silva, indicado pela Associação Montepio Geral para ser o próximo presidente do conselho de administração da Caixa Económica Montepio Geral está em risco. Em causa estão as relações comerciais entre o grupo empresarial que detém e o banco, e que impedem o Banco de Portugal de lhe conceder o registo de idoneidade para gerir a instituição financeira. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

PS quer mudar regras de relação entre operadores de telecomunicações e clientes

As regras de relação entre operadores de telecomunicações e clientes podem mudar novamente. Pelo menos é essa a intenção do PS que quer fazer uma avaliação do que mudou com a alteração da lei — que aconteceu há ano e meio — e alterar de novo as regras. Em cima da mesa estão a fidelização dos contratos e bloqueio de telemóveis. De resto, estas têm sido as principais reclamações a chegarem ao Parlamento. O PS espera que esta iniciativa esteja em marcha até ao verão. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Governo disponibiliza 120 milhões para levar mais inovação às empresas

O Governo quer consolidar o papel dos centros do programa Interface como ponte para a transferência tecnológica inovadora entre universidades, centros de investigação e empresas para isso vai disponibilizar 120 milhões de euros. Este montante será repartido por seis anos e duas linhas de financiamento. O novo modelo de financiamento será formalizado hoje pelo governo no Instituto de Soldadura e Qualidade, um dos 28 centros reconhecidos no programa. O ministro da Economia explica que a meta “é dar estabilidade e permitir que estes centros, que apoiam a inovação das empresas possam acelerar ainda mais o seu trabalho de transferência de tecnologia para as empresas”. Leia a notícia completa no Diário de Notícias.

Gestores da TAP escapam ao Tribunal Constitucional

Apesar de o Estado ter ficado com a maioria do capital da TAP, os administradores não entregaram as declarações de rendimentos e património previstas na lei. Nomes como o de Miguel Frasquilho e Lacerda Machado, nomeados pelo Estado, estão obrigados pela lei. O processo de privatização da TAP foi revertido pelo executivo de António Costa, o ano passado, tendo voltado o Estado a deter a maioria do capital da companhia aérea. Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

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