A tarde num minuto

  • Rita Frade
  • 13 Abril 2018

Não teve tempo de ler as notícias esta tarde? Fizemos um best of das mais relevantes para que fique a par de tudo o que se passou, num minuto.

A Moody’s volta a examinar Portugal já na próxima semana. A presidente do IGCP diz ao ECO que o país tem batido as previsões da Moody’s, razão pela qual acredita numa boa novidade em breve. O primeiro-ministro respondeu à reivindicação do BE e do PCP. Os partidos à esquerda querem que o Governo não reveja em baixo o défice, mas António Costa diz que o acordo “não é sobre o défice”.

A Moody’s volta a examinar o rating de Portugal na próxima semana. Cristina Casalinho, presidente do IGCP, diz ao ECO que o país tem superado todas as metas mais relevantes da agência financeira e acredita, por isso, que um bom resultado está para breve.

“O acordo [à esquerda] não é sobre o défice, o acordo é sobre políticas”. É assim que o primeiro-ministro responde às críticas do BE e do PCP. Os parceiros do Governo têm criticado a intenção de rever em baixa a meta do défice de 2018 de 1,1%, aprovada no Parlamento, para 0,7% no Programa de Estabilidade, que deverá ser entregue esta sexta-feira na Assembleia da República. Os bloquistas e comunistas querem que a “margem orçamental” seja usada para investimentos. António Costa deixou a garantia de que “todas as medidas previstas serão adotadas”.

Portugal regressa ao mercado para emitir dívida de curto prazo na próxima quarta-feira. Serão realizados dois leilões de bilhetes do Tesouro (BT) a três e onze meses, operações em que o objetivo é angariar entre mil milhões e 1.250 milhões de euros de financiamento, avançou o Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) em comunicado.

O primeiro acordo entre Governo e PSD deverá ser assinado na próxima semana, avança esta sexta-feira o Público (acesso condicionado). Em causa está a posição portuguesa relativamente às perspetivas financeiras, nomeadamente qual o montante que Portugal deve pedir a Bruxelas para o próximo quadro comunitário de apoio. No entanto, ainda não está decidido se António Costa e Rui Rio vão assinar publicamente o documento que assina o primeiro dos vários entendimentos que ambos advogam.

Melhoria da eficiência energética, utilizar energias renováveis, aumentar a eficiência hídrica, melhorar o desempenho ambiental em várias vertentes e gestão de resíduos urbanos. Estas são algumas das operações que podem ser financiadas pelo novo programa Casa Eficiente.

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