Ramalho junta 2.000 colaboradores do Novo Banco em Santarém

  • Rita Atalaia
  • 13 Abril 2018

Será em Santarém que Ramalho vai juntar os quadros das áreas comerciais e dos serviços centrais. Neste encontro, o presidente do Novo Banco vai apresentar o plano estratégico e desafios futuros.

António Ramalho vai reunir mais de 2.000 colaboradores em Santarém, no primeiro encontro desde que o Novo Banco foi vendido ao fundo norte-americano Lone Star. E depois de ter registado prejuízos recorde no ano passado. Para o presidente do banco, esta reunião de quadros servirá para apresentar o plano estratégico do grupo, assim como os desafios que enfrentará nos próximos anos.

“O Novo Banco vai reunir amanhã, dia 14 de abril, mais de 2.000 colaboradores do grupo no seu Encontro Anual. A convenção será a primeira a acontecer após concluído o processo de venda do banco“, refere a instituição financeira liderada por António Ramalho num comunicado.

Será em Santarém que o Novo Banco vai reunir os quadros das áreas comerciais e dos serviços centrais — além de ser o primeiro encontro desde que o banco foi vendido ao Lone Star, é também a primeira vez que se realiza fora de Lisboa. O objetivo é apresentar “o plano estratégico do grupo e os desafios que se colocam para os próximos anos, assim como a nova estrutura do governance”, de acordo com o banco.

"O Novo Banco vai reunir amanhã, dia 14 de abril, mais de 2.000 colaboradores do grupo no seu Encontro Anual. A convenção será a primeira a acontecer após concluído o processo de venda do banco.”

Novo Banco

O encontro é o primeiro também desde que o banco apresentou prejuízos recorde no ano passado. O Novo Banco fechou 2017 com os maiores prejuízos da sua breve história, contabilizando perdas de 1,4 mil milhões de euros. Um desempenho que se justifica pelas elevadas imparidades que têm sido registadas num processo de limpeza de balanço. Essas imparidades atingiram o valor de 2.057 milhões de euros.

No último ano, além da limpeza do balanço, o banco prosseguiu com a sua reestruturação, encerrando balcões e reduzindo o número de funcionários. António Ramalho disse, no programa Negócios da Semana da Sic Notícias, que o Novo Banco vai encerrar 35 balcões só este mês, um número que vai subir para 70 até ao final do ano. Além disso, haverá também uma diminuição do número de colaboradores: este ano deverão sair ainda cerca de 440 funcionários.

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