CaixaBank compra mais ações do BPI. Já tem 93,462% do capital

Depois de comprar a posição da Allianz, o banco catalão foi ao mercado comprar mais títulos do BPI. Em vez de 92%, já tem 93,462% do capital.

O CaixaBank continua a comprar ações do BPI. Depois de adquirir a posição da Allianz, que elevou a participação para mais de 90%, o banco catalão foi ao mercado comprar mais títulos da instituição liderada por Pablo Forero. Passa agora a deter 93,462% do capital.

“O CaixaBank adquiriu, em mercado regulamentado no dia 7 de maio de 2018, 7.678.947 ações do BPI, tendo, em virtude dessas aquisições, passado a deter 1.361.674.013 ações, de que é titular, representativas de 93,462% do capital social do BPI e de 93,472% dos direitos de voto no BPI”, de acordo com o comunicado enviado à CMVM.

O banco catalão já tinha, em virtude da aquisição à Allianz Europe e à Companhia de Seguros Allianz Portugal, (…) 1.353.995.066 acções, representativas de 92,935% do capital social do BPI e de 92,945% dos direitos de voto no BPI”. Aumenta, assim, a sua participação, isto quando se prepara para convocar uma assembleia geral extraordinária para a retirada do banco da bolsa de Lisboa.

“É intenção doCaixaBank requerer, nas próximas semanas, ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Banco BPI uma reunião para aprovar a perda de qualidade de sociedade aberta do Banco BPI”, refere o comunicado divulgado no passado domingo.

Caso a assembleia geral do Banco BPI e a CMVM aprovem a perda de qualidade de sociedade aberta, o CaixaBank informa que pretende adquirir todas as ações que ainda não detém. “Assim que o Banco BPI deixe de ser uma sociedade aberta após a aprovação da CMVM, o CaixaBank pretende proceder à aquisição potestativa das restantes ações ao mesmo preço de 1,45 euros por ação”, acrescentou. Os títulos dispararam. Estão a 1,45 euros.

(Notícia atualizada às 19h19 com mais informação)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

CaixaBank compra mais ações do BPI. Já tem 93,462% do capital

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião