Browers, a spin-off da Super Bock, vai nascer no Beato

Grupo Super Bock vai criar no Hub Criativo do Beato um projeto colaborativo e de intervenção na cervejeira nacional. Planos do Browers Beato foram apresentados esta terça-feira.

O Beato vai ter mais uma pequena cervejeira a juntar-se aos projetos artesanais que já povoam a região lisboeta. O Grupo Super Bock apresentou esta terça-feira o projeto para a The Browers Company, uma spin-off do grupo que “nasce para reforçar o papel e a intervenção da maior cervejeira nacional na promoção ativa da categoria de Cervejas de Portugal”, detalha o grupo em comunicado.

O Browers Beato será, assim, uma micro cervejaria para produção de cervejas em pequena escala e com uma zona de restauração e área de eventos e workshops culturais e de promoção, que tem um espaço reservado de 700 metros quadrados no Hub Criativo do Beato.

O projeto do espaço, assinado pelo arquiteto português Eduardo Souto de Moura, vai incluir a reabilitação do espaço. As obras deverão começar em setembro de 2018, naquele que será um investimento de três milhões de euros pelo grupo nacional.

“É sob a chancela The Browers Company que serão produzidas, no local, cervejas em pequena escala que vão conviver no mesmo espaço com outras marcas de cerveja nacionais e internacionais, tendo em vista oferecer um portefólio diversificado e de qualidade a todos os que visitem o Browers Beato. A esta experiência de consumo vão somar-se iniciativas para promover o conhecimento sobre esta bebida milenar tão apreciada em Portugal. Junta-se ainda uma zona da restauração, em parceria com o grupo Multifood, para complementar a oferta cervejeira com o melhor da gastronomia”, explica o grupo em comunicado.

O espaço da Super Bock vai ser vizinho de nomes como a Factory, fundada em Berlim, que deverá ocupar uma área de 11.000 metros quadrados de um total de cerca de 35.000 que existem no Hub. Os primeiros moradores do Hub Criativo do Beato deverão mudar-se para o local até final de 2018.

O espaço, detalhou Miguel Fontes, diretor da Startup Lisboa, entidade responsável pela gestão e planeamento da estrutura, deverá dedicar-se a quatro eixos fundamentais distribuídos pelos 20 edifícios: empreendedorismo, indústrias criativas, inovação e conhecimento e startups e global companies.

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