Valência apresenta candidatura para organizar Web Summit a partir de 2019

  • Lusa
  • 5 Junho 2018

Duas entidades comprometeram-se a investir 2,5 milhões de euros na conferência internacional de inovação e empreendedorismo. Portugal investiu 3,9 milhões.

A cidade espanhola de Valência apresentou uma candidatura para ser, a partir de 2019, sede da Web Summit, um dos maiores encontros de empresas tecnológicas que se realiza em Lisboa, pelo menos, até este ano.

O anúncio foi feito na segunda-feira ao fim do dia pelo presidente da Comunidade Valênciana, Ximo Puig, e pelo presidente da Câmara Municipal de Valência, Joan Ribó.

Cada uma destas duas entidades comprometeu-se a investir 2,5 milhões de euros na conhecida conferência internacional de inovação e empreendedorismo e esperam que o Governo central espanhol também contribua, da mesma forma que o faz no caso de eventos idênticos realizados noutras cidades do país.

O Governo irlandês pagou 700.000 euros para ter a sede do Web Summit durante três anos em Dublin e Portugal 3,9 milhões para a ter em Lisboa até 2018.

A candidatura de Valência começou a ser desenhada a partir de fevereiro deste ano com os primeiros contactos entre a autarquia e a direção da conferência, que já visitou aquela que é a terceira maior cidade espanhola, depois de Madrid e Barcelona, e fica situada junto ao Mar Mediterrâneo na parte oeste de Espanha.

A terceira edição do Web Summit realiza-se entre 05 e 08 de novembro de 2018 em Lisboa, onde são esperadas mais de 70 mil visitantes de 170 países, segundo a organização, que tem referido que o valor estimado do evento é de 300 milhões de euros por ano para Lisboa e a sua economia local.

Segundo a organização da conferência tecnológica, na segunda edição do evento em Portugal, em 2017, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil startups, 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

(Notícia atualizada às 12h03 com a correção da Lusa no terceiro parágrafo, que substituiu “mil mlhões” por “milhões”)

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