EPAL quer que os portugueses matem a sede depois da bola com água da torneira

  • ECO
  • 12 Junho 2018

O consumo da água da torneira é o foco da campanha da EPAL de apoio à seleção portuguesa.

A EPAL lançou uma campanha de apoio à seleção portuguesa no Mundial, onde aproveita também para passar uma mensagem importante sobre o consumo de água. Depois de um jogo de futebol sabe sempre bem matar a sede, e, para isso, basta um copo de água da torneira, relembra a empresa.

É nesta lembrança, que a maior parte dos portugueses tem, de ir pedir um copo de água ao café depois de uma partida de bola com os amigos, que a Empresa Portuguesa das Águas Livres pega para fazer ver que as torneiras são uma fonte de qualidade de água e também boas para o meio ambiente.

“Esse copo de água era um momento de grupo que permitia compensar e dar continuidade à felicidade. Percebemos que era um gesto que, sem darmos conta, há anos que une gerações num hábito sustentável”, diz Marcos Sá, diretor de comunicação e educação ambiental da EPAL, citado em comunicado.

O vídeo, que representa um grupo de amigos que se juntou para ver o jogo de Portugal, e acaba por pedir copos de água, já foi colocado nas redes sociais da EPAL e apela à nostalgia dos tempos de infância. “Temos sede de vitórias” é o mote da campanha que visa sensibilizar os portugueses para o consumo de água da torneira.

O Mundial de Futebol de 2018, que se realiza na Rússia, vai arrancar no próximo dia 14 de junho. Portugal entra em campo no dia 15, defrontando Espanha.

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

EPAL quer que os portugueses matem a sede depois da bola com água da torneira

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião