Emissões obrigam Autoeuropa a parar três semanas em agosto

  • ECO
  • 28 Junho 2018

A fábrica de Palmela da Volkswagen vai ser obrigada a alargar para três semanas o período habitual de férias, em agosto, para se adaptar às novas normas de medição de consumo e emissões poluentes.

A fábrica de Palmela da Volkswagen vai ser obrigada a parar mais uma semana em agosto, alargando assim para três semanas o habitual período de férias. Em causa está a adaptação às novas normas de mediação do consumo e das emissões poluentes (WLTP), escreve o Diário de Notícias, na edição desta quinta-feira.

“A partir de 1 de setembro entra em vigor uma nova regulamentação legal (WLTP), que dá origem a mudanças nos processos de medição do consumo e das emissões dos veículos. Esta alteração está a ter um impacto global em todos os construtores automóveis e o Grupo Volkswagen não é exceção”, diz fonte oficial da Autoeuropa.

“O impacto identificado, neste momento, na Volkswagen Autoeuropa confirma a necessidade de alterar o calendário de férias. Por conseguinte, o shutdown começa a 1 de agosto e o reinício da produção é no dia 23 de agosto, às 07h00″, nota a mesma fonte ao DN.

A norma Worldwide harmonized Light vehicles Test Procedure (WLTP) vai conferir aos automóveis valores de consumo e de emissões poluentes mais realistas, o que poderá ter como resultado um agravamento dos preços atendendo à tabela fiscal de imposto sobre veículos (ISV), com incidência nas componentes de cilindrada e emissões de C02.

Apesar desta paragem forçada, a empresa alemã garante que a produção prevista para este ano de 240 mil carros não vai ser afetada devido à criação de novos turnos e do trabalho ao domingo logo após as férias de verão. O regresso ao trabalho deverá acontecer a 23 de agosto.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Emissões obrigam Autoeuropa a parar três semanas em agosto

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião