Lisboa no vermelho. Jerónimo Martins evita maiores perdas

No dia em Donald Trump se disse "pronto" para taxar a totalidade das importações chinesas, as praças europeias tremeram. Lisboa seguiu a tendência negativa. A Jerónimo Martins evitou maiores perdas.

Na última sessão da semana, a praça bolsista lisboeta voltou a registar perdas. Apenas cinco das 18 cotadas nacionais ficaram em terreno positivo, recuando o índice de referência mais de 0,2%. A evitar maiores perdas, estiveram os títulos da Jerónimo Martins e do BCP.

No fecho da sessão desta sexta-feira, o PSI-20 desvalorizou 0,22% para 5.605,51 pontos. Igual tendência negativa seguiram as demais praças europeias, em reação às declarações de Donald Trump à CNBC. O presidente norte-americano disse estar “pronto” para impor novas taxas aduaneiras à totalidade das importações chinesas, um total de mais de 500 mil milhões de dólares. Nesse sentido, o Stoxx 600 recuou 0,09% para 385,83 euros, o alemão DAX-30 perdeu 0,94% para 12.566,65 e o francês CAC-40 desvalorizou 0,35% para 5.398,09.

Por cá, a pesar sobre a bolsa estiveram as papeleiras. Os títulos da Semapa recuaram 2,04% para 21,60 euros e os da Altri desvalorizaram 1,76% para 8,93 euros. Também as ações da Mota Engil puxaram a praça nacional para o terreno negativo, tendo perdido 1,36% para 2,89 euros.

A contrariar a tendência e a evitar maiores perdas, estiveram os títulos da Jerónimo Martins — que subiram 1,53% para 13,24 euros — e do BCP — que valorizaram 0,72% para 0,26 euros.

Do lado dos ganhos, destaque ainda para as ações da EDP Renováveis, que tinham aberto a perder, mas conseguiram inverter a tendência. Subiram 0,17% para 8,90 euros. Isto duas sessões depois de a CMVM ter vindo esclarecer que uma eventual oferta concorrente à da China Three Gorges poder ser registada antes da proposta dos chineses.

Fora do PSI-20, os títulos da caloira Raize perderam 8,33% para 2,20 euros. Na terceira sessão a negociar na bolsa de Lisboa, as ações desta fintech registaram, assim, as suas primeiras perdas.

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