Hoje nas notícias: Despejos, Comporta e Saúde

  • ECO
  • 27 Julho 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Enquanto o arrendamento local estava no centro do debate, engrossava a lista de acções de despejo. O Balcão Nacional do Arrendamento, desde que foi criado, há cinco anos, tramitou mais de 4.300 acções de despejo só em Lisboa e Porto. De Lisboa para a Comporta. Para além das dificuldades financeiras do fundo que gere a Comporta fica agora a saber-se que existem terrenos cujas licenças caducaram. Isto no dia em que deverá ser conhecido o novo dono da Comporta. Na área empresarial, a vida não está fácil para João Pereira Coutinho que estará a negociar a venda da SIVA à Volkswagen. Na área da Saúde, os genéricos para o VIH poupam milhões ao Sistema Nacional de Saúde.

Só em Lisboa e Porto houve 4.300 acções de despejo em cinco anos

O Balcão Nacional do Arrendamento (BNA), uma estrutura criada em 2012, tramitou 2.968 despejos em Lisboa e 1.348 no Porto. Os dados foram enviados pela Secretaria de Estado Adjunta e da Justiça ao deputado do PAN, André Silva,  e dão conta de que nas principais cidades do país as acções houve 4.300 acções de despejo no período do cinco anos. Ainda segundo os números enviados, há também alguns processos que estão pendentes de resolução, mais precisamente 231 casos em Lisboa e 142 no Porto. A chamada “Lei de Cristas”, que PCP e BE quiserem extinguir e a que chamam “balcão de despejos”, devido ao elevado número de despejos, que este facilitou, tem mantido uma evolução anual estável. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Licenças caducadas condicionam futuro da Comporta

No dia em que deverá ser conhecido o futuro dono da Comporta, fica a saber-se um novo dado: as licenças para terrenos da Comporta caducaram. Para além do risco assumido pelos responsáveis da falida Rioforte, de que o fundo imobiliário da Comporta arrisca a insolvência, há ainda um dos dois activos imobiliários, que tem que ser renegociado. Ou seja, o futuro comprador vai ter pela frente vários meses de negociações, sendo necessário renegociar os alvarás de loteamento de terrenos localizados em Alcácer do Sal. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Pereira Coutinho negocia venda da SIVA à Volkswagen

A SAG, empresa de João Pereira Coutinho, está em dificuldades financeiras. A situação leva a que a SIVA, detida pela holding SAG GEST- Soluções Automóveis Globais, não consiga importar carros Volkswagen. Nesse sentido, a Porsche Holding Salzburg, a maior distribuidora europeia de automóveis, detida a 100% pela fabricante alemã Volkswagen, está em negociações avançadas para passar a distribuir diretamente em Portugal as marcas que hoje são detidas e distribuídas pela SIVA. Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Genéricos para o VIH poupam milhões ao SNS

O Tribunal Europeu de Justiça decidiu, e o Estado português vai poder poupar milhões. O Truvada é o medicamento em que o Serviço Nacional de Saúde mais gasta individualmente — são 700 euros por mês — e agora que está definido que a venda de genéricos para o tratamento do VIH não viola a patente da farmacêutica norte-americana Gilead, o uso de um medicamento genérico pode baixar a fatura parta 70 euros mensais. Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), estão em tratamento cerca de 31 mil doentes, cujas terapias são totalmente suportadas pelo Estado. Entre janeiro e setembro de 2017, a despesa foi de 167 milhões de euros. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre)

 

O que se faz com o lixo que separamos

Depois da estratégia da União Europeia para lidar com os resíduos de plásticos, naquele que é mesmo considerado como um dos maiores desafios ambientais, começaram-se a montar “estratégias” que tenham em conta o ciclo de vida do plástico. Esta estratégia leva a que as empresas — entre as quais algumas das gigantes mundiais, como por exemplo a Adidas, Starbucks — estejam e eliminar o plástico dos seus produtos. Às inúmeras utilizadas junta-se a de criar mobiliário de exterior com plástico reciclado. Foi o que aconteceu no Jardim Zoológico de Lisboa. Leia a notícia completa no jornal i (acesso pago)

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