Fundadores da Raize vendem e compram ações em bolsa para aumentar a liquidez

De acordo com a CMVM, os fundadores da Raize venderam ações da empresa duas vezes, e dois deles recompraram títulos mais tarde.

Os fundadores da Raize, plataforma portuguesa de crowdfunding e a maior bolsa nacional de empréstimos a PME, transacionaram, em bolsa, ações representativas do capital social da empresa, para aumentar a liquidez.

Os três fundadores, Afonso Eça, José Maria Rego e António Marques, venderam duas vezes ações, quando estavam a valer 2,20 e 2,40 euros, indicam comunicados da CMVM lançados esta segunda-feira. Dois dos fundadores posteriormente recompraram ações. José Maria Rego adquiriu 3.500 ações por 2,32 euros cada, e Afonso de Eça recomprou ações cinco vezes. Já António Marques não comprou nenhuma de volta, depois de ter vendido 3.390 ações.

“As operações tiveram como motivação oferecer maior liquidez à ação nos primeiros dias de negociação, e permitiram-nos recomprar algumas ações que tínhamos vendido na Oferta Subsequente”, explica João Maria Rego ao ECO.

A empresa estreou-se na bolsa de Lisboa a 18 de junho, depois da oferta pública de venda inicial, que foi totalmente subscrita. Afonso de Eça é quem detém a maior participação, com 1 262 277 ações, representativas de 25,25% do capital social e direitos de voto da Raize. José Maria Rego é diretamente titular de 1 218 833 ações, representativas de 24,38%, e António da Silva Marques tem 121 186 ações, representativas de 2,42% do capital social e direitos de voto.

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