Portuguesa Codacy vai abrir escritório em Nova Iorque

Startup portuguesa prepara-se para abrir espaço na grande maçã, sobretudo para equipa de marketing e vendas. Cerca de 63% da receita da empresa vem dos Estados Unidos.

A Codacy, startup portuguesa que permite corrigir código através de uma plataforma automatizada disponível em todo o mundo, vai abrir um escritório nos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque. Depois de Lisboa e de Londres, a startup quer continuar a contratar, apostando em marketing e vendas.

Ao ECO, Jaime Jorge, CEO e cofundador da empresa, conta que as dificuldades em encontrar pessoas para essas duas áreas ditaram a escolha da cidade para a localização do novo escritório.

“Estamos com dificuldade em contratar pessoas, com a experiência que nós queremos, em marketing e vendas. No fundo, queremos pessoas com experiência na área de Software as a Service (Saas), que é o que nós somos. E essas pessoas estão nos Estados Unidos”, justifica o engenheiro. Já a escolha de Nova Iorque, em detrimento de outras cidades norte-americanas que poderiam parecer escolhas mais evidentes, Jorge esclarece: “Pomos a cultura da empresa acima de tudo. Podíamos abrir em S. Francisco, mas essa não é a decisão número 1 para a cultura. Porque Nova Iorque está a cinco horas de distância de fuso horário, S. Francisco está a oito. Há voos diretos para Nova Iorque, podemos voar durante a noite e estar lá de manhã.”

De acordo com dados da Codacy, 63% das receitas da empresa vêm dos Estados Unidos e quase cinco em cada dez clientes estão no país. “Sabemos que, eventualmente, temos de ter lá presença. E achamos que está na altura de sermos mais ambiciosos e abrir lá presença oficial. Agora vamos fazer o salto, ter lá a empresa. Começar simples, mas vamos começar. O objetivo é termos lá marketing, algumas vendas para começar e, depois, vamos expandir”.

A abertura do escritório nova-iorquino da Codacy deverá acontecer no próximo mês e, até ao fim do ano, a empresa deverá recrutar mais membros para a equipa. Além de marketing e vendas, a empresa deverá contratar mais engenheiros e também para a área de suporte.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portuguesa Codacy vai abrir escritório em Nova Iorque

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião