Hoje nas notícias: PS, precários e CP

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

A semana começa com a notícia de que os precários já estão a integrar os quadros de vários organismos da administração central. Na CP prepara-se a liberalização do transporte ferroviário de passageiros na União Europeia e o contrato de serviço público é um dos passos mais importantes. No mundo da política, o Partido Socialista poderá estar a beneficiar com a divisão da direita e o Partido Social Democrata é criticado por Carlos Carreiras.

PS pode sair beneficiado nas próximas eleições

Com o novo partido de Santana Lopes, a Aliança, a divisão da direita e o método de Hondt, o Partido Socialista pode sair favorecido nas próximas eleições, até com a maioria absoluta, escreve esta segunda-feira o Público. Nas Europeias deverá haver cinco novas forças políticas.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Carlos Carreiras critica estratégia de Rui Rio

Carlos Carreiras, ex-dirigente do Partido Social Democrata (PSD), não dá tréguas a Rui Rio, o atual dirigente do partido. Carreiras considera que o PSD está sem uma estratégia e falta a oposição a António Costa. “Deixe de andar aos pontapés aos seus companheiros de partido”, afirma.

Leia a notícia completa em Jornal i (acesso condicionado).

Estado já está a contratar precários para os quadros

Vários organismos da administração central já colocaram funcionários precários nos quadros de pessoal, um processo de regularização que está agora a chegar ao fim. Ao contrário das autarquias, onde a regularização dos precários — com procedimentos mais simplificados — já se traduziu num aumento significativo de funcionários, no Estado este processo tem demorado a produzir os efeitos esperados. Cinemateca Portuguesa, Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros, Instituto da Segurança Social foram alguns dos organismos que já colocaram precários nos quadros.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso condicionado).

CP e Governo preparam contrato de serviço público antes da liberalização

A liberalização do transporte ferroviário de passageiros na União Europeia está marcada para 1 de janeiro de 2019. Em Portugal, a CP e o Governo terão de formalizar um contrato de serviço público, com requisitos e indicadores objetivos de operação, transparência financeira obrigações de serviço público e compensações. Com a liberalização, a empresa pública poderá enfrentar alguma concorrência de outros operadores interessados em explorar serviços ferroviários de passageiros a nível nacional.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso condicionado).

Regulador de transportes vai atuar assim que haja contrato de serviço público

O contrato de serviço público na Comboios de Portugal (CP), que o Governo e a empresa portuguesa de transporte ferroviário estão a preparar, vai permitir ao regulador dos transportes intervir em matérias como, por exemplo, as que mais têm motivado as queixas dos utentes contra a CP. Neste momento, a empresa pública opera ao abrigo de uma concessão, que apenas tem obrigações genéricas. Desta forma, não são aplicadas multas contratuais à empresa, uma vez que não há critérios de cumprimentos e, por isso, não é possível estabelecer o incumprimento.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso condicionado).

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