Lisboa contraria Europa. Jerónimo Martins passa fatura à bolsa

O ânimo sentido nos Estados Unidos contagiou as praças europeias, mas não chegou a Lisboa, que foi penalizada pela queda da dona do Pingo Doce.

A bolsa portuguesa contrariou a tendência de ganhos que se fez sentir por toda a Europa, num dia em que os investidores estiveram animados com o início de acordo comercial alcançado entre os Estados Unidos e o México. Por cá, o desempenho da Mota-Engil não foi suficiente para compensar a queda superior a 2% da Jerónimo Martins.

O PSI-20 encerrou a desvalorizar 0,17%, para os 5.511,79 pontos, com sete cotadas em queda, três inalteradas e oito em alta.

A penalizar o principal índice acionista português esteve, sobretudo, a Jerónimo Martins, que recuou 2,02%, para os 13,35 euros por ação.

Em queda esteve também o setor energético, com a EDP a perder 0,2%, para os 3,36 euros por ação, e a EDP Renováveis a fechar abaixo da linha de água, a cair 0,06%, para os 8,60 euros por ação. Também a Galp fechou em queda, a desvalorizar 0,17%, para os 17,84 euros por ação.

A impedir maiores quedas esteve a Mota-Engil, que valorizou 1,2%, para os 2,88 euros. Isto depois de ter sido anunciado que a construtora, em conjunto com a Vinci, exerceu o direito de preferência sobre a participação da Teixeira Duarte na Lusoponte, pagando um total de 11,77 milhões de euros.

No resto da Europa, a tendência foi de ganhos ligeiros, num dia em que o ânimo sentido nos Estados Unidos contagiou as praças europeias. A exceção foi o setor financeiro, com o índice que agrega os maiores bancos a desvalorizar 0,5%.

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