Caixa Geral de Depósitos está a estudar fusões e extinções de algumas das suas empresas

  • ECO
  • 10 Setembro 2018

As possíveis fusões entre sociedades e a consequente dissolução ou integração de outras são alguns dos temas que estão em cima da mesa.

A fusão de algumas empresas de gestão de ativos da Caixa Geral de Depósitos (CGD) não é um tema novo, já foi, aliás, um assunto discutido em administrações anteriores. Agora é a vez da administração de Paulo Macedo estudar a fusão e extinção de várias empresas que compõem o organograma do grupo, avança esta segunda-feira o Jornal de Negócios (acesso pago).

Neste processo de reestruturação, as possíveis fusões entre sociedades e a consequente dissolução ou integração de outras são temas que estão em cima da mesa. No entanto, nenhum deles foi considerado prioritário no plano estratégico acordado entre o Estado português e a Comissão Europeia, que colocou o foco na redução de entidades no mercado externo.

A Caixa Gestão de Ativos tem um novo presidente executivo, Tiago Ravara Marques, o gestor chamado por António Domingues para a administração da CGD, mas que Paulo Macedo não incluiu na sua equipa da comissão executiva. A autorização para a nova composição dos conselhos de administração destas empresas chegou apenas este verão, quando os mandatos anteriores tinham terminado entre 2015 e 2016.

Ravara Marques foi eleito presidente das três sociedades que a Caixa Gestão de Ativos detêm: a CGD Pensões (responsável pela administração de fundos de pensões), a Fundger (sociedade gestora de fundos de investimento imobiliário e presta assessoria neste ramo) e a Caixagest (encarregue de gerir fundos de investimento mobiliário, tanto abertos como fechados). O convite já tinha sido feito a Ravara no início do mês de agosto de 2017.

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