Reservas dos EUA derrubam petróleo. Brent abaixo dos 80 dólares

As cotações do petróleo estão sob forte pressão nos dois lados do Atlântico. Preço do barril cai em torno de 3%, após nos EUA ter sido divulgado um aumento das reservas da matéria-prima.

O “ouro negro” está sob forte pressão. As cotações do petróleo desvalorizam em torno de 3% nos dois lados do Atlântico, depois de ter sido divulgado um aumento das reservas nos EUA na última semana. A cotação do barril de Brent segue abaixo dos 80 dólares.

O barril de Brent segue a desvalorizar 2,31%, para os 79,53 dólares, no mercado londrino. Ao mesmo tempo, o barril de crude recua 2,85%, para os 69,87 dólares, em Nova Iorque, quebrando a fasquia dos 70 dólares pela primeira vez em quase um mês (21 de setembro).

Petróleo em queda

A acentuada quebra de valor do “ouro negro” acontece depois de, nesta quarta-feira, ter sido divulgado um aumento das reservas de crude na semana passada nos EUA. Dados divulgados pela agência de energia norte-americana apontam para que na semana passada, os inventários de crude tenham crescido em 6,5 milhões de barris.

Esse valor quase que triplica as previsões dos analistas que esperavam um aumento de 2,2 milhões de barris.

“O relatório foi negativo, tendo em conta a grande subida nos inventários de crude”, afirmou John Kilduff, especialista da Again Capital Management, citado pela Reuters.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Reservas dos EUA derrubam petróleo. Brent abaixo dos 80 dólares

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião