Lloyds aumenta lucros. São resultados “sólidos”, diz Horta Osório

O banco liderado por António Horta Osório revelou um aumento de 18% nos lucros dos primeiros nove meses do ano. Resultados líquidos superaram os quatro mil milhões de euros.

O Lloyds Banking Group continua a crescer. O banco liderado por António Horta Osório revelou um aumento de 18% nos lucros dos primeiros nove meses do ano, resultado explicado pelo crescimento da atividade num contexto de baixa dos encargos. São resultados “sólidos”, diz o CEO.

O banco britânico revelou que o lucro antes dos impostos, de janeiro a setembro deste ano, foi de 4.934 milhões de libras, o equivalente a cerca de 5.575 milhões de euros. Tal representa um aumento de 10% em relação ao período homólogo. o lucro líquido dos primeiros nove meses do ano foi de 3.664 milhões de libras, aproximadamente 4.140 milhões de euros, mais 18%.

Neste período, o as receitas do banco aumentaram 2% em relação ao período homólogo. Até 30 de setembro, o Lloyds Banking Group obteve proveitos de 14.154 milhões de libras, o equivalente a 15.994 milhões de euros. Por outro lado, relativamente aos custos, Horta Osório reforçou que o Lloyds “continua a diminuir os custos operacionais”. Caíram 3%.

Empréstimos e adiantamentos a clientes e depósitos de clientes registaram um aumento de 1% cada, alcançando os 502.850 milhões de euros e os 476.860 milhões de euros, respetivamente, até ao final do mês de setembro. Ao mesmo tempo, os depósitos dos clientes apresentaram um crescimento de 1%.

Horta Osório destacou os “lucros sólidos e retornos crescentes”, bem como “a forte geração de capital”, tendo o Lloyds encerrado os primeiros nove meses com um rácio de capital (CET1) de 15,5%. Para o CEO do banco, os resultados “demonstram ainda mais a força do nosso modelo de negócio e os benefícios de nossa abordagem de baixo risco e foco no cliente”.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lloyds aumenta lucros. São resultados “sólidos”, diz Horta Osório

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião