Apple afunda 4% e pressiona bolsas norte-americanas

Desde que atingiu o valor mais elevado de sempre no mês passado, a Apple acumula perda de quase 20%. Só hoje as ações da fabricante dos iPhone cederam 4%, pressionando bolsas em Wall Street.

Wall Street voltou às quedas pesadas esta segunda-feira, com os três principais índices americanos a protagonizarem recuos superiores a 1%, pressionados pelo mau desempenho da Apple e pela incerteza quanto ao conflito comercial entre EUA e China.

O índice Dow Jones baixou 1,55% para pontos. O S&P 500 recuou 1,77%. Com pior resultado fechou o tecnológico Nasdaq, que derrapou mais de 3%.

Para lá das dúvidas que persistem em torno da disputa sobre o comércio entre Washington e Pequim, com ambos os lados a acenarem com tarifas sobre os produtos que trocam entre si, a confiança dos investidores do outro lado do Atlântico foi abalada pela notícia de que a Apple baixou a produção dos três modelos de iPhone lançados em setembro, num sinal de procura abaixo do esperado.

Após o Wall Street Journal ter avançado com a notícia, as ações da gigante tecnológica tombaram 3,96% para 185,86 dólares. E acumulam uma desvalorização de quase 20% desde que atingiu um máximo histórico no mês passado, depois de ter revisto em baixa as suas previsões paras as vendas no último trimestre do ano.

“Sem a liderança do grupo FANG (Facebook, Amazon, Netflix e Google), incluindo a Apple, o mercado vai enfrentar muitas dificuldades”, explicou Peter Cecchini, da Cantor Fitzgerald, citado pela Reuters.

Fornecedores da Apple como a Lumentum Holdings, Universal Display e Skyworks tiveram quedas entre 3% e 5%.

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