Chrysler Building, um dos edifício mais altos de Nova Iorque, está à venda

  • Guilherme Monteiro
  • 10 Janeiro 2019

Os proprietários do Chrysler Building colocaram o edifício à venda e contrataram uma imobiliária para o comercializar, face aos altos custos e forte concorrência das outros arranha-céus.

Os donos do icónico arranha-céus Chrysler Building, em Nova Iorque, colocaram o edifício à venda. Trata-se do terceiro edifício mais alto da capital financeira mundial e um dos mais altos do mundo.

Os proprietários, um fundo de investimento do Governo dos Emirados Árabes Unidos e a empresa americana Tishman Speyer, contrataram a imobiliária CBRE Group para mediar o negócio. A notícia é avançada pelo Wall Street Journal [acesso condicionado], que dá conta de que os valores podem vir a variar muito. Vários investidores imobiliários acreditam que o fundo de investimento de Abu Dhabi pode querer recuperar os 800 milhões de dólares que pagou por uma participação de 90% da propriedade em 2008, pouco antes da crise financeira. Os custos de melhorias e manutenção do edifício com quase 90 anos podem vir também a pesar no preço de venda.

O edifício Chrysler foi construído pela Chrysler Corporation de Walter P. Chrysler e projetado por William Van Alen. O arranha-céu de 77 andares foi construído entre 1928 e 1930, numa altura de grande competição para a construção de um dos arranha-céus mais altos do mundo.

O Chrysler Building chegou a recolher o título por um curto período de tempo antes de ser superado pelo Empire State Building, que foi concluído em 1931. Serviu como sede da Chrysler até 1953, e continuou a ser internacionalmente reconhecido visto que se apresentou como cenário de numerosos filmes como “Independence Day” a “Spider-Man” e “Men in Black 3”.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Chrysler Building, um dos edifício mais altos de Nova Iorque, está à venda

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião