5 coisas que vão marcar o dia

Como foram as exportações em 2018? Quantos nascimentos em Portugal? Duas perguntas que o INE vai responder esta sexta-feira, dia em que os acionistas da Pharol votam continuidade de Palha da Silva.

O Instituto Nacional de Estatística (INE) atualiza dados das exportações portuguesas no ano passado. Também vai divulgar as Estatísticas Vitais, com os números de nascimentos, óbitos, casamentos e divórcios em Portugal no ano passado. Além disso, os acionistas da Pharol votam a continuidade de Palha da Silva como presidente da empresa. Lá fora, a primeira-ministra Theresa May vai a Dublin discutir o Brexit com o seu homólogo irlandês, Leo Varadkar

Como vai o motor da economia?

As exportações têm sido um dos motores da economia nacional. Mas os últimos dados apontam para uma quebra das vendas de vens e serviços ao exterior em novembro, devido sobretudo à greve dos estivadores do porto de Setúbal. Agora, o INE atualiza os dados relativos a dezembro e ao conjunto do ano. No conjunto dos primeiros onze meses do ano, as exportações apresentaram um crescimento de 4,9% face ao período janeiro a novembro de 2017.

Acionistas da Pharol decidem continuidade de Palha da Silva

Depois de ter sido suspensa em novembro, prosseguem os trabalhos da assembleia geral extraordinária de acionistas da Pharol. Tem como ponto número um a eleição dos órgãos sociais para os triénio 2018-2020, com destaque para a continuidade de Luís Palha da Silva como presidente do conselho de administração.

Banco Europeu de Investimento presta contas

O Banco Europeu de Investimento divulga a sua atividade financeira e os projetos financiados em Portugal em 2018, incluindo no âmbito do Plano de Investimento para Europa (Plano Juncker). A cerimónia realiza-se num hotel em Lisboa pelas 10h00 e conta com a presença da vice-presidente do BEI, Emma Navarro, responsável por Portugal.

Quantos nascimentos em Portugal? E casamentos?

Quantos nascimentos houve em Portugal no ano passado? Quantos óbitos? E casamentos ou divórcios? O INE divulga as Estatísticas Vitais com dados preliminares relativos a 2018. Há nove anos que Portugal regista um saldo natural negativo. O que dizem os dados do último ano?

May vai a Dublin discutir Brexit

Com a saída do Reino Unido prevista para o final de março, Theresa May continua em negociações com responsáveis europeus para alcançar um novo acordo para o Brexit. É neste âmbito que a primeira-ministra britânica viaja esta sexta-feira a Dublin, na Irlanda, para se encontrar com o seu homólogo irlandês, Leo Varadkar.

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

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  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

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António Costa

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