Hoje nas notícias: estudantes, alojamento local e EDP

  • ECO
  • 26 Fevereiro 2019

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Os estudantes vão ter mais camas nas residências universitárias. O Governo vai criar mais de 11 mil camas em Lisboa, aos quais se acrescentam as residências a criar noutros municípios na Área Metropolitana da capital. No turismo, em 2017, a oferta de quartos em alojamento local superou a oferta em estabelecimentos hoteleiros tradicionais, quer na região de Lisboa, quer na cidade. No âmbito da comissão às rendas excessivas, Mexia vai ser hoje ouvido no Parlamento e levará consigo um estudo da Nova SBE que demonstra que a EDP ficou prejudicada em 200 milhões de euros com os CMEC.

Governo vai criar 11.500 camas em residências para estudantes

As residências universitárias de Lisboa vão ter camas para mais 4.720 estudantes do ensino superior nos próximos quatro anos, prevê o Plano Nacional de Alojamento Estudantil. Este número vem triplicar a oferta disponível atualmente na cidade de Lisboa. Mas, além das camas previstas, as residências a criar noutros municípios fazem que a Área Metropolitana da capital portuguesa fique com cerca de 60% da oferta a ser criada. Almada, Cascais, Amadora e Oeiras são os municípios em questão.

Leia a notícia completa em Público (acesso pago).

Oferta em alojamento local supera oferta da hotelaria

Lisboa já tem mais oferta em alojamentos locais do que em hotéis. Em 2017, a oferta de quartos em alojamento local superou a dos estabelecimentos hoteleiros tradicionais, quer na região de Lisboa quer na cidade. De acordo com um estudo — elaborado pela Deloitte para a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) — sobre o impacto económico do turismo na região de Lisboa em 2017, em 2017, o número de quartos disponíveis em alojamento local ascendia a 33.661 na região de Lisboa, uma subida de 168% face a 2015. Já os quartos em unidades hoteleiras eram 30.217, mais 6,3%. No centro da cidade, os quartos em alojamento local eram 23.280, mais 177% do que em 2015, e os da hotelaria situavam-se em 21.071, uma subida de 6,4%.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

EDP tem novo estudo que aponta perdas de 200 milhões com CMEC

António Mexia, CEO da elétrica, vai esta terça-feira ao Parlamento no âmbito da comissão às rendas energéticas. A EDP tem vindo a contrariar a tese de que as rendas que obtém do Estado, através dos Contratos de Manutenção do Equilíbrio Contratual (CMEC), são excessivas e Mexia tem, agora, oportunidade de argumentar. Com ele, levará um estudo, elaborado por dois professores da Nova SBE, que aponta que a empresa ficou prejudicada em 200 milhões de euros com a assinatura destes contratos. Segundo o estudo da Nova SBE, os 82 milhões de euros — que ficaram acordados como sendo o valor da componente fixa que o Estado aceitou entregar à EDP anualmente — deveriam ascender a 108 milhões. A diferença entre os dois valores, ao longo dos vinte anos do contrato e atualizada a preços de mercado, soma já um prejuízo de 200 milhões para a EDP.

Leia a notícia completa em Jornal de Negócios (acesso pago).

“Os pobres fizeram-se para a gente os transformar em classe média”

“Não tenho nada a ver com os pobres, os pobres fizeram-se para a gente os transformar em classe média e depois subirem se possível”, começou por dizer o ex-administrador do Conselho de Administração da Jerónimo Martins. Para o empresário, é fundamental as “empresas que fazem lucro” dividi-lo pelos acionistas e pelas pessoas que lá trabalham, algo que diz estar “farto” de pedir aos primeiros-ministros e ministros das Finanças.

Leia a notícia completa em Observador (acesso livre).

Portugueses compram menos telemóveis, mas mais caros

O negócio de smartphones em Portugal ultrapassou os 900 milhões de euros no ano passado. Os números mostram que os portugueses compraram menos telemóveis, mas compraram telemóveis mais caros. Em termos de volume, as vendas de smartphones caíram para 2,7 milhões, uma descida de 4,6% face a 2017. Por outro lado, o mercado português faturou cerca de 905 milhões de euros, mais 112 milhões de euros do que em 2017.

Leia a notícia completa em Correio da Manhã (acesso pago).

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O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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