Mesquita Nunes assume renúncia à direção do CDS para ir para a Galp. Mas vai continuar a apoiar Cristas

O ex-vice-presidente do CDS, Adolfo Mesquita Nunes reagiu à decisão de trocar a política por um cargo de administrador não executivo na Galp. Vai continuar a apoiar Assunção Cristas.

Adolfo Mesquita Nunes reagiu no Facebook à decisão de se demitir da vice-presidência do CDS para entrar no conselho de administração da Galp Energia. “O meu projeto de vida não passa por uma dedicação exclusiva ou profissional ou preferencial à política”, escreveu, num longo texto publicado no Facebook.

O nome de Adolfo Mesquita Nunes está entre as novidades da proposta da Amorim Energia para a composição do novo board da petrolífera portuguesa, o qual irá integrar como administrador não executivo. Esta segunda-feira, o centrista decidiu renunciar ao cargo de vice-presidente do CDS para abraçar o novo desafio.

“Nem todos concordarão com esta escolha, outros treslerão, com mais ou menos insinuações, mas é a minha escolha. Uma escolha livre e consciente, que são os únicos adjetivos a que me autorizo. Os restantes adjetivos não controlo, cada um encontrará os seus. Sinto apenas que fiz a minha escolha”, indicou Adolfo Mesquita Nunes.

Apesar da renúncia, o agora ex-parceiro de Assunção Cristas no CDS não descarta a militância e apoio ao projeto político da ex-ministra do Governo bipartido de Pedro Passos Coelho. “O meu partido é o CDS. A minha história está no CDS. E o meu caminho acompanha o do CDS. Estou convencido de que a alternativa ao socialismo, de que o caminho para um país mais livre, um país com mais ambição e mais oportunidades, passa por um CDS forte, líder”, atirou o político.

“Sou hoje, como fui desde o primeiro dia, e com a mesma convicção, um apoiante da Assunção Cristas e da sua ambição e do seu projeto”, acrescentou. “Bater-me-ei por ele com o sentido de militância que partilho com milhares de filiados”, referiu o ex-vice-presidente do CDS.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Mesquita Nunes assume renúncia à direção do CDS para ir para a Galp. Mas vai continuar a apoiar Cristas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião