Lisboa avança quase 1% à boleia do retalho. BCE trama banca

O setor do retalho foi que mais puxou pela bolsa lisboeta, contrariando as perdas no setor da banca, no dia em que o BCE decidiu não fazer alterações nas taxas de juro.

A praça lisboeta terminou a negociação pintada de verde, com praticamente todas as empresas cotadas a valorizar. Foi o setor do retalho que mais puxou pela bolsa de Lisboa, contrariando as perdas observadas no setor da banca, no dia em que o Banco Central Europeu (BCE) revelou que decidiu não fazer alterações nas taxas de juro, depois da reunião de política monetária.

O índice de referência nacional, o PSI-20, terminou a sessão com ganhos de 0,94% para 5.325,09 pontos, acompanhando assim a tendência observada na generalidade dos índices do Velho Continente. O Stoxx 600, índice de referência da Europa, avançou 0,17%, enquanto o alemão DAX valorizou 0,45% e o francês CAC subiu 0,25%.

Por cá, a puxar pelo PSI-20 esteve, sobretudo, o setor do retalho. A Jerónimo Martins ganhou 2,79% para 13,83 euros, enquanto a Sonae terminou a negociação a valorizar 1,34% para 0,9455 euros.

A estrela da sessão foi, contudo, a EDP Renováveis, que avançou 2,83% para 8,73 euros.

A evitar ganhos mais expressivos esteve o BCP, que caiu 0,51% para 23,62 cêntimos, depois de o BCE ter revelado que as taxas de juro de referência na Zona Euro vão manter-se em mínimos históricos. Ainda não há data para que os juros subam e a instituição liderada por Mario Draghi antecipa que continuem nos níveis atuais até, pelo menos, ao fim de 2019.

Também na linha vermelha ficou a EDP, a registar perdas de 0,09% para 3,47 euros.

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