Juros implícitos no crédito da casa sobem pelo quarto mês consecutivo

A taxa de juro implícita no crédito à habitação atingiu 1,066% em março, registando o quarto mês consecutivo de subida e atingindo o valor mais alto dos últimos 32 meses.

A taxa de juro implícita no crédito à habitação atingiu 1,066% em março, registando o quarto mês consecutivo de subida. É um acréscimo de 0,5 pontos base face ao registado no mês anterior e o valor mais alto dos últimos 32 meses. A atualização mensal foi revelada esta segunda-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Para os novos contratos, celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu 2,7 pontos base em março, fixando-se em 1,396%. O número evidencia uma tendência de desaceleração dos juros que se tem registado nos últimos anos, mas apenas nos novos contratos.

Taxa de juro não estava tão alta há 32 meses

Fonte: INE.

Em março, o capital média em dívida aumentou 166 euros, atingindo os 52.609 euros, o valor mais alto em quase quatro anos.

Já a prestação média vencida da totalidade dos empréstimos aumentou para os 245 euros, o valor mais alto desde setembro de 2014. No entanto, os créditos mais recentes têm prestações consideravelmente mais altas à media total. Mesmo tendo diminuído dois euros, esta fixou-se em 324 euros.

Estes dados são obtidos pelo INE junto da banca nacional. O organismo nacional de estatística “baseia-se num procedimento administrativo que utiliza informações das instituições bancárias, enviada ao INE, ao abrigo de um protocolo existente”, explica a entidade. Os valores são “indicadores do esforço financeiro assumido pelas famílias e pelo Estado no crédito à habitação”.

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