Farfetch abre 36 vagas para programa de estágios remunerados em Lisboa, Porto e Braga

As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 30 de junho e podem ser feitas através do site da própria empresa. Já os estágios, em Lisboa, Porto e Braga, têm a duração de seis meses.

Vem aí mais uma edição do programa de estágios remunerados PLUG-IN da Farfetch. A plataforma da indústria da moda de luxo vai lançar, ainda este ano, um total de 36 vagas para recém-graduados nas áreas de tecnologia e de produto. As candidaturas estão abertas até ao próximo dia 30 de junho, avança a empresa em comunicado.

Dentro da área da tecnologia, a empresa liderada por José Neves está a recrutar para funções de information systems, security, architecture, infrastructure e engineering, enquanto as vagas para a área de produtos dizem respeito a product design, back office products, product general, product analytics e product data science.

As candidaturas àquela que é já a quarta edição do PLUG-IN terminam no final de junho e podem ser feitas através do site da empresa. Os estágios, com a duração de seis meses, têm início marcado para setembro nos escritórios da Farfetch em Lisboa, Porto e Braga. De acordo com a empresa, será meio ano de “contexto real de desenvolvimento de projetos, com um acompanhamento muito próximo de especialistas de diversas áreas da Farfetch”.

Para além da fase de avaliação inicial, da qual faz parte a análise de perfil e uma primeira entrevista, este ano, “o processo de seleção inclui um hackathon, um evento de um dia, em formato de design thinking sprint, que será realizado nos escritórios no Porto e em Lisboa, e nos qual os candidatos terão de dar resposta a desafios técnicos”, explica a Farterch.

O CTO da Farfetch diz que os seis meses de estágio são uma “oportunidade de aprender com mentores, integrar equipas internacionais, desenvolver competências técnicas e, ao mesmo tempo, passar por experiências pessoais muito ricas”.Farfetch

Olhando para as três edições anteriores do programa de estágios, 104 dos trainees que participaram ficaram a trabalhar na Farfetch. “É uma taxa de sucesso de 95% e estamos a falar de um programa intensivo, exigente e tecnicamente muito desafiante”, afirma Ana Sousa, vice-presidente dos recursos humanos da empresa.

Cipriano Sousa, CTO da Farfetch, refere, ainda, que o programa PLUG-IN dá aos participantes “a possibilidade de sair da universidade e entrar diretamente numa experiência profissional, na qual têm a oportunidade de ser desafiados, aprender e participar no desenvolvimento de uma plataforma tecnológica verdadeiramente global”.

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