Trabalhadores da Microsoft desfilam na Pride Parade

  • Ricardo Vieira
  • 27 Junho 2019

No mundo, perto de quatro mil colaboradores da tecnológica vão associar-se às celebrações do Pride Month. Em Lisboa serão mais de 60.

A Microsoft vai participar na Marcha do Orgulho LGBTQI+ em defesa dos princípios de igualdade, diversidade e inclusão de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, queer e intersexuais. Mais de 60 colaboradores e familiares integram a comitiva de participantes que terá um autocarro alusivo ao tema durante o desfile, que decorre a 29 de junho entre o Príncipe Real e a Ribeira das Naus, em Lisboa.

“A diversidade e a inclusão são pilares da cultura da Microsoft. No ano passado, globalmente, assinalámos o Pride em 40 cidades, de 17 países e queríamos incluir Portugal nestas celebrações. Embora muito tenha mudado desde a revolução de Stonewall é inegável que muitos dos problemas originais ainda estão presentes nos dias de hoje. A tecnologia que temos atualmente é uma excelente ferramenta para nos ajudar a dissolver estas diferenças e promover a inclusão”, diz Rita Piçarra, diretora financeira da Microsoft Portugal.

Em 2019, a Microsoft conta ter a maior participação de sempre em iniciativas deste género, envolvendo 30 países, mais de 60 cidades e cerca de quatro mil colaboradores.

“What action will you take” é a assinatura da campanha da Microsoft, que incentivou os colaboradores a pensar as ações de inclusão, e contou com a partilha de vários testemunhos e compromissos que podem ser conhecidos na página da iniciativa.

Num mundo em que mais de 180 países não têm igualdade no casamento, mais de 70 criminalizam as relações entre pessoas do mesmo género e cerca de uma dezena determina que cidadãos não-heterossexuais devem ser executados. A Microsoft lembra que “introduziu a orientação sexual às políticas de não-discriminação da empresa. Ao longo de mais de uma década, obteve um resultado de 100 no HRC Corporate Equality Index. Hoje mantém esforços no sentido de garantir igualdade de direitos aos colaboradores, não discriminando em função da orientação sexual”.

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