Católica lança centro para negócios responsáveis

  • Ricardo Vieira
  • 25 Junho 2019

O centro de conhecimento vai investigar e incutir nos alunos a noção de responsible business.

A Católica-Lisbon lança esta semana o Center for Responsible Business & Leadership, que conta com a a BP Portugal e a Efacec como parceiros fundadores.

Nuno Moreira da Cruz, diretor executivo do projeto, lembra que “o reconhecimento da atual vulnerabilidade do planeta do ponto de vista social e ambiental está, em grande medida, globalmente aceite. Será missão do Centro, através de investigação e formação, cimentar em alunos e executivos essa consciência e ajudar a entender como incluir a noção de Responsible Business nas estratégias corporativas. Com um propósito central: contribuir para que sustentabilidade e liderança responsável sejam as pedras angulares da forma como atuamos no nosso planeta”.

Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, justifica a parceria da empresa referindo que “construir uma sociedade energeticamente mais eficiente e sustentável é uma realidade que pauta a atuação diária da Efacec. Porque acreditamos que a inovação sustentável deve estar ao serviço das pessoas, das empresas e da sociedade em geral, assumimos o propósito de criar um futuro mais inteligente para uma vida melhor, desenvolvendo e entregando soluções sustentáveis nas áreas da energia, mobilidade e ambiente. Estamos focados em projetar, cada vez mais, Portugal no Mundo como uma referência de sustentabilidade.

Para Pedro Oliveira, CEO da BP Portugal, cuja empresa também apoia o novo centro de conhecimento da Católica-Lisbon, a temática é relevante já que “as empresas bem-sucedidas no futuro serão as que forem percebidas por todos como tendo a coragem de ser genuínas e socialmente responsáveis, com tudo o que isto implica, dando evidências de terem a coragem de errar e acertar e mostrando que têm mais do que tudo a coragem de acreditar no futuro”.

A instituição dará a conhecer outros objetivos do projeto, esta quarta-feira, 27 de junho, dia em que recebe Steven Serneels, CEO da European Venture Philanthropy Association, reconhecido pela defesa de estratégias de sustentabilidade para as empresas. Serneels será o keynote speaker da conferência “Responsible Business: Now is the time (strategy and call for action)”. O evento é de entrada livre.

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Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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